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UNITAANGOLA
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Data Ocasião Autor
20/11/1994 Protocolo de Lusaka UNITA, MPLA
04/04/2002 Memorando de Entendimento Complementar ao Protocolo de Lusaka UNITA, MPLA
Todas notícias
Opiniões
O plano venenoso de João Lourenço para destruir a UNITA - Joaquim Nafoia
Acompanhei com muita atenção e apreensão, o discurso fútil e intriguista do Presidente da República e do MPLA, João Manuel Gonçalves Lourenço, quando dava posse ao Mais-Velho Isaías Henriques Ngola Samakuva, na reunião do Conselho da República que teve lugar hoje dia 25 de Outubro de 2021.
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Mediar divergências: O caso Lisumbissa - José Gama
Ao tempo da guerrilha da UNITA, segundo atestam alguns veteranos, haviam quatro figuras que tinham ascendente sobre a figura de Jonas Savimbi. O seu amigo Miguel Nzau Puna, a mãe Helena Mbundo, a irmã Judith Pena, e a esposa Catarina Ululi. Há poucos anos, uns amigos sul africanos contavam que numa reunião que tiveram com Savimbi, o líder guerrilheiro teria se exaltado com os seus interlocutores. Contam que naquele momento, um dos seus homens de confiança, que também participava na reunião pediu um ponto de ordem e levou Savimbi para o exterior da sala por uns minutos. Quando ambos regressaram, Savimbi já era outro e mais calmo. Os presentes ficam convencidos que estavam diante de um colaborador que exercia alguma influencia sobre o líder da guerrilha. Este colaborador atendia pelo nome de guerra de Lisumbissa ou LSB (Lima Sierra Bravo), e na arena diplomática simplesmente: Isaías Samakuva.
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Decisão do TC é culpa da UNITA e da “distração de Adalberto Costa Júnior”, diz jurista.
A decisão do Tribunal Constitucional de anular o congresso da UNITA divide os juristas angolanos com alguns a considerarem isso como um exemplo do desacreditar do sistema jurídico angolano, mas outros culpando a UNITA e o próprio Adalberto Costa Júnior pelo erro cometido na sua candidatura.
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No fio da navalha: A reacção de Benja Satula e Paulo Inglês ao acórdão do TC
A semana findou com a estampa do acórdão n.º 700/2021 do Tribunal Constitucional de Angola que sintetizamos nos seguintes termos:
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Entrevistas
Angola: “Desautorização” do MPLA ou “recuo estratégico” do Presidente?
O Presidente de Angola, João Lourenço, devolveu à Assembleia Nacional a Lei Orgânica sobre as Eleições Gerais, justificando com a necessidade de reforçar uma "sã concorrência, lisura e verdade eleitoral". A decisão é “positiva” para o politólogo Olívio Kilumbo que vê o “recuo” como uma resposta à pressão dos partidos da oposição e da sociedade civil, mas não exclui a possibilidade de um “recuo estratégico” do Presidente, mesmo que desautorizando o próprio MPLA.
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Adalberto da Costa Júnior denuncia a perseguição política do MPLA e do Presidente João Lourenço
Adalberto da Costa Júnior denuncia a perseguição política do MPLA e do Presidente João Lourenço, que estariam a manipular o Tribunal Constitucional (TC) para o afastar da lide- rança do maior partido da oposição em Angola, a UNITA. Em conversa telefônica com o PÚBLICO, comenta o mais recente ataque contra a sua liderança: a de que o TC estaria prestes a retirar-lhe a presidência da UNITA por ter dupla nacionalidade (angolana e portuguesa) na altura da eleição, o que os estatutos do congresso nem sequer proibiam.
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“Aprovação da revisão da lei eleitoral é uma legalização da fraude”, afirma político da UNITA
De acordo com o deputado e político da UNITA, Rafael Massanga Sakaita Savimbi, disse recentemente em declaração ao Correio da Kianda, que o esvaziamento do apuramento dos resultados eleitorais, a partir dos municípios, “está a se legalizar aquilo que ontem chamávamos de fraudes”.
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«Todo o mundo sabe que o MPLA tem estado a ganhar eleições à base de manipulações», Adriano Sapinãla
O combate político-partidário no País e o como a UNITA diversificaria a economia se chegasse ao poder despontam entre as questões afloradas pelo secretário provincial do «Galo Negro» em Benguela. Em entrevista ao Novo Jornal, Adriano Sapinãla acusa o partido no poder de «manipulações» de votos, critica o fraco investimento no campo e questiona por que razão o Presidente da República prometeu 500 mil empregos «se sabia que não o iria conseguir».
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Quarta-feira, 27 de Outubro de 2021