UNITA - ANGOLA
Na verdade Jonas Malheiro Savimbi é, pelo seu pensamento e acção, um inextinguível Inspirador para, as presentes e futuras gerações, de patriotas Angolanos.
Com a sua luta os angolanos conquistaram o direito de serem homens livres e decidirem o seu próprio destino. Por isso, hoje, lutam para implantar em Angola as autarquias locais, como a alavanca para a consolidação da Democracia Participativa e do Desenvolvimento Inclusivo.
30/10/2020
(29/10/2020)Exmos Vice-Presidentes do Partido,Exmo Secretário Geral e Sec. Geral Adjunto,Dignos Membros da Comissão Política,Senhores Jornalistas É com grande satisfação que procedo à abertura da II Reunião Ordinária da Comissão Política, o mais importante órgão deliberativo dA UNITA, que reúne anualmente no intervalo dos Congressos.

Trabalharemos nos próximos 2 dias, faremos uma análise minuciosa do nosso país e a actualização do programa anual do Partido.Esta Reunião tem lugar num período marcante da vida do nosso país, numa semana de grande agitação social e política, marcada pela manifestação do dia 24 de outubro.

Angola testemunhou a saída à rua de organizações da sociedade, especialmente jovens empurrados pelo sofrimento e pela ausência de esperança, empurrados por mil promessas incumpridas, aos quais se juntaram cidadãos de diversas proveniências.

Estamos a ouvir as mais altas instâncias do país afirmarem que estes jovens não têm pensamento próprio, não lhes é reconhecida a capacidade de terem ideais e de não serem capazes de perseguirem causas próprias! Para quem governa este país, a população que sai à rua e se manifesta, os jovens que têm a coragem de lutar por melhores condições de vida, ou de exigir um calendário para a realização das autarquias, só podem ter vínculo à UNITA!

É interessante atribuírem à UNITA a convicção de lutar pelo que se acredita. É interessante reconhecer a defesa de causas à UNITA. Mas é preciso reconhecer que o angolano hoje está bem informado! Cresceu. Quem nos governa desconhece em absoluto as convicções e as razões da juventude, ou está convencido que pode manipular toda a gente! Aos angolanos, alertamos: não se deixe manipular!

A juventude maturou, cresceu e todos nós devemos estar preparados para reconhecer-lhes capacidade de optar, de lutar, de perseguir causas em que acreditam, ou de protestarem porque vivem cansados de tanta desorientação governativa, cansados da extrema miséria em que a maioria vive.

Fiquei com a certeza ao ouvir o Presidente do Mpla que tem medo do povo, que vai demonstrando saber ler e posicionar-se em defesa do seu interesse. Porque será que decorridos todos estes anos de Paz, não se construíram as bases de uma Nação, Patria Mãe de todos nós?

Porque será que 18 anos depois da Paz ainda ouvimos o mais alto magistrado no papel de Presidente do seu Partido, dirigir um discurso de exclusão, de inimizade, um discurso não construtivo? Analisado ao pormenor aquele discurso indica também uma grande impreparação em lidar com uma oposição que lhe diga que as leis não são para serem geradas por conveniência e muito menos para limitar direitos constitucionalmente garantidos.

Nós temos insistentemente apelado ao diálogo e a construção de bases sólidas e seguras de uma Angola reconciliada, inclusiva e moderna. Ninguém tenha dúvidas que para se edificar essa grande obra, nós teremos de abraçar as tão faladas reformas e a revisão da constituição. O Mpla construi-se leis inexistentes em democracias funcionais. Retiraram aos angolanos a condição de elegerem directamente o Presidente da República; na CNE têm domínio absoluto da administração eleitoral, garantindo sempre os resultados de sua conveniência e nós estamos a dizer que precisamos de abraçar a lei modelo eleitoral aprovada pelo SADC, de que fazemos parte! O Pr do Mpla não gosta de ouvir dizer que está a fazer uso e abuso da comunicaçãoo social pública e daquela que por consequência das anexações passaram a ser geridas por gestor público nomeado. Hoje não há qualquer respeito pela pluralidade , pelo contraditório, sendo que batemos no fundo da violação de tudo o que é ético e deontológico na comunicação, que se tornou uma completa instrumentalidade do regime. São uma vergonha os conteúdos informativos das televisões, da RNA, pagos com o dinheiro de todos nós, contribuintes.

O regime anulou as eleições autárquicas, após inúmeras intervenções vinculativas dos seus múltiplos titulares. E hoje ninguém conhece um horizonte temporal de compromisso. Não há um qualquer calendário que indique aos angolanos para onde estamos a caminhar! Tudo está dependente dos interesses de uma pequena elite que mantém o país refém dos seus vícios e dos interesses do seu partido.

E nós não temos qualquer duvida. Teremos de abraçar o diálogo e a concertação. Reparem, eu não disse diálogo e negociação, mas sim diálogo e concertação.

Eu sonho com um dia não muito distante, em que os homens se abraçem de forma genuína e abatam os muros partidários e olhem-se como angolanos; que se garanta a cada um, ser um cidadão igual , sem ameaças, sem ódios!

A pandemia da Covid-19 veio tão somente destapar as enormes fragilidades da governação. Governar é Programar, programar é planificar, planificar é organizar e organizar é prever; prever seria ter a percepção que o petróleo é um recurso não renovável e apostar ou investir unicamente nesse recurso como fonte de receita para um País, mais a corrupção que gangrenou as mentes dos governantes, haveríamos de chegar a este nível a que está relegada Angola, cuja solução é estender a mão a mendicidade do FMI e aceitar todas as imposições que o FMI e demais doadores condicionam as tranches de seus empréstimos.

Decorridos 3 anos da actual legislatura, Angola ficou mais pobre porque a vida do angolano agravou-se cada vez mais em todos os sectores sociais.

A perspectiva da construção de uma Nação assenta no seu capital humano e na forma como esse deve ser moldado para responder aos desafios, não só do presente mas sobretudo os do futuro. Assim foram feitas as Nações que hoje constituem referência no mosaico mundial. Essas Nações tiveram a sorte de ter a sua frente e em determinado momento da história, homens excepcionais que transformaram os recursos disponíveis em factor de desenvolvimento. Tal desiderato, passou necessariamente pela formação dos homens e mulheres jovens, com programas escolares e conteúdos técnico-científicos capazes de responder as necessidades dos seus Países.

Um intelectual, deve ser sobretudo um homem livre, deve constituir massa crítica para ajudar e participar na governação do País e estar ao nível da classe intelectual mundial. Urge investir fortemente na educação criando soluções viáveis para a recuperação sustentável e duradoura do país. Promover “bajus” não garante o futuro!

Os erros crassos e repetidos que o actual Executivo tem cometido desde o passado recente até hoje, seriam evitados se soubessem escutar outras franjas da sociedade fora do círculo partidário por via de um debate profundo, aberto, aturado e aceitar opiniões de uma importante camada da sociedade civil que tem elaborado estudos científicos de extrema importância, capazes de tirar Angola desse marasmo total em que nos encontramos, neste país partidário!

Angola e os angolanos têm assistido ao desfilar de programas como o PIIM, PAC, PRODESI, KWENDA, iguais aos tristemente célebres PAPE, PAPAGRO, PAPAROCAS, KIKUYA, etc.

Estes planos todos, têm sido simplesmente, mais uma janelinha para o rombo do nosso dinheiro” e o “filme continua” tal como a luta continua entre o antigo e o novo grupo dentro da mesma família política.

É devido a essas más políticas públicas, que os angolanos se manifestam por dias melhores.

Se realmente o Partido Estado concordar que o mais importante é resolver os problemas do povo, as autarquias são sim uma obrigatoriedade vital para a resolução dos problemas do povo. Continuar a planificar, a decidir, a orientar e fiscalizar tudo à partir de Luanda, como Capital do poder centralizado mas que não passa de uma outra Província cujas realidades são especificamente diferentes, é alhear-se dos reais problemas do povo e todos os erros de análises e acções, morrem solteiras por não se poder responsabilizar ninguém pelo erros dos administradores locais por falta de uma administração local de jure, fruto do poder autárquico.

Um governo patriótico, com vocação nacional, nunca olharia para a implementação das autarquias com antipatia, aliás, para um executivo sério, veria nelas um poder complementar que o ajudaria a resolver os muitos desafios do país.

Denuncio aqui o perverso agitar de fantasmas, para restringir as liberdades, para criarem medo às populações e restringirem a sua capacidade de optar. Angola a regredir! Digamos basta a esta desformatação. Deixemos os tempos do trungungu, da sociedade policiada, que todos os dias vemos renascer! Não são estes os caminhos que nos levarão ao desenvolvimento.

Nós percebemos que o Mpla está desesperadamente à procura de um catalisador de unidade interna. Esse catalisador è a promoçãoo da violência.

Nós somos pela Paz. Dizemos não à violência. Dizemos sim ao Estado Democrático e de Direito. Não aos monopólios. Sim ao pluralismo na informação.

Para terminar, dizer que sabemos que o tribunal está a receber ordens superiores e pressão dos agentes da segurança do estado, que têm permanecido na sala. Aqueles julgamentos estão a construir mártires. Nós aconselhamos vivamente a libertarem todos os jovens presos. Eles são os filhos desta sociedade que não lhes dá esperança, nem emprego e nem segurança! TIREM-NOS DA CADEIA E LEVEM-NOS PARA A ESCOLA. Tenho a certeza que enveredar pelo discurso truculento, arrogante, terá o efeito perverso de incitar de novo a uma nova e desnecessária onda de violência.

Sim ao diálogo, não à violência.

VIVA ANGOLA

VIVA A UNITA

UNITA – UNIDADE E ACÇÃO PARA A VICTÓRIA
Em destaque
29/10/2020
13/10/2020
SECRETARIADO DO COMITÉ NACIONAL DA JURA

A JURA – Juventude Unida Revolucionária de Angola, foi fundada aos 28 de outubro de 1974 na localidade de Úria Província do Moxico, pelo Dr. Jonas Malheiro Savimbi. Enquanto organização juvenil da UNITA, e em permanente adaptação no tempo, procurou desde sempre, dar o seu contributo em razão das fases e realidades políticas, económicas, sociais e culturais, que têm marcado o percurso histórico do país e do Partido em particular.
O Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior encontrou-se na tarde desta segunda-feira, 12 de Outubro de 2020, com jornalistas de distintos órgãos de comunicação social. Durante pouco mais de uma hora, o líder da UNITA destacou a visão do seu partido sobre o país, espelhada no texto que se publica na íntegra:
Segundo a informação a que à Angop teve acesso os deputados da
Assembleia Nacional consideraram nesta terça-feira, 27 de Outubro de
2020, em Luanda, que o deputado Manuel Rabelais, acusado de crimes de
peculato, violação de normas de execução do plano e orçamento,
recebimento indevido de vantagens e branqueamento de capitais, goza do
princípio da presunção de inocência.
O Secretário de Estado do Ministério do Interior, Salvador Rodrigues, é apontado em meios políticos, em Luanda, como a entidade que forneceu falsas informações ao titular do Poder Executivo, garantindo-o que na manifestação pela cidadania ocorrida no sábado (24/10) não havia registos de mortes pelas mãos dos seus efectivos.
O Presidente da República, João Lourenço, apelou, nesta terça-feira, 27 de
Outubro de 2020, aos membros do Governo para manter a dinâmica de
funcionamento, apesar do momento difícil imposto pela Covid-19, pois o
trabalho não pode parar, noticiou-o à Angop na sua edição de hoje.
“Temos de encontrar soluções para os inúmeros problemas que o nosso
país ainda enfrenta”, recomendou o Titular do Poder Executivo na sua
breve intervenção na cerimónia de posse de novos responsáveis do
Governo.
O Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA) repudiou, nesta segunda-feira,
26 de Outubro de 2020, a detenção, pela Polícia Nacional, dos jornalistas
que reportavam, sábado último, uma manifestação contra as políticas do
Governo, noticiou ontem à Angop na noite desta segunda-feira (26).
De acordo com a informação a que o Correio da Kianda teve acesso nesta
segunda-feira, 26 de Outubro de 2020, de um grupo composto por mais
de quarenta advogados de diferentes escritórios de Luanda manifestaram
interesse em defender os manifestantes detidos pela polícia durante a
marcha de sábado.
Segundo uma fonte que se encontra no local desde às primeiras horas da
manhã de hoje, que informou no seu moral do facebook antes do
arranque do julgamento desta segunda-feira, 26 de Outubro de 2020,
vários activistas concentraram-se em frente ao Tribunal de Luanda,
Palácio Dona Ana Joaquina com gritos e cânticos, pedindo a libertação
dos 103 detidos, neste sábado, 24.
Eco do Partido
Campo do militante
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva, trabalhou esta quarta-feira 26 de Julho de 2017, na capital do Bengo, Caxito, tendo discursado para as populações locais.
“A Importância ou não da cerca sanitária em Luanda” foi o tema do Debate da manhã deste sábado, 22 de Agosto de 2020, na Rádio Despertar, em que os convidados consideraram não continuarem válidas as razões que estiveram na base da criação da cerca sanitária à Província de Luanda.
Intolerância
Palavra do Presidente
O Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, falava esta sexta-feira, 30 de Outubro do corrente ano, em Luanda, na abertura da II Reunião Ordinária da Comissão Política do seu Partido, onde durante aquele órgão do maior partido na oposição fará uma análise minuciosa do país e a actualização do programa anual desta força política.

No seu discurso o líder da UNITA disse, “Angola testemunhou a saída à rua de organizações da sociedade, especialmente jovens empurrados pelo sofrimento e pela ausência de esperança, empurrados por mil promessas incumpridas, aos quais se juntaram cidadãos de diversas proveniências”.

Na ocasião o responsável polítco da maior força política na oposição angolana afirmou que, não há um qualquer calendário que indique aos angolanos para onde estão a caminhar.

“O regime anulou as eleições autárquicas, após inúmeras intervenções vinculativas dos seus múltiplos titulares. E hoje ninguém conhece um horizonte temporal de compromisso. Não há um qualquer calendário que indique aos angolanos para onde estamos a caminhar! Tudo está dependente dos interesses de uma pequena elite que mantém o país refém dos seus vícios e dos interesses do seu partido”, assegurou.

Para Adalberto Costa Júnior, “A pandemia da Covid-19 veio tão somente destapar as enormes fragilidades da governação. Governar é Programar, programar é planificar, planificar é organizar e organizar é prever; prever seria ter a percepção que o petróleo é um recurso não renovável e apostar ou investir unicamente nesse recurso como fonte de receita para um País, mais a corrupção que gangrenou as mentes dos governantes, haveríamos de chegar a este nível a que está relegada Angola, cuja solução é estender a mão a mendicidade do FMI e aceitar todas as imposições que o FMI e demais doadores condicionam as tranches de seus empréstimos”, realçou o líder do segundo maior partido angolano mais representado no parlamento angolano.

O Presidente da UNITA espera da governação angolana o investimento na educação, criando soluções viáveis para a recuperação sustentável e duradoura do país.

“Um intelectual, deve ser sobretudo um homem livre, deve constituir massa crítica para ajudar e participar na governação do País e estar ao nível da classe intelectual mundial. Urge investir fortemente na educação criando soluções viáveis para a recuperação sustentável e duradoura do país. Promover “bajus” não garante o futuro!”, defendeu.

Adalberto Costa Júnior disse que, “Angola e os angolanos têm assistido ao desfilar de programas como o PIIM, PAC, PRODESI, KWENDA, iguais aos tristemente célebres PAPE, PAPAGRO, PAPAROCAS, KIKUYA, etc”, disse.

“Estes planos todos têm sido simplesmente mais uma janelinha para o rombo do nosso dinheiro” e o “filme continua” tal como a luta continua entre o antigo e o novo grupo dentro da mesma família política”, reforçou.

“Dizer que sabemos que o tribunal está a receber ordens superiores e pressão dos agentes da segurança do Estado, que têm permanecido na sala. Aqueles julgamentos estão a construir mártires. Nós aconselhamos vivamente a libertarem todos os jovens presos. Eles são os filhos desta sociedade que não lhes dá esperança, nem emprego e nem segurança! Tirem-nos da cadeia e levem-nos para a escola”, concluiu o líder da UNITA.

grupo parlamentar 
Os Deputados pela bancada parlamentar da UNITA protestaram com máscaras pretas e cartões vermelhos o discurso sobre o Estado da Nação proferido na Assembleia Nacional nesta quinta-feira, 15 de Outubro de 2020, durante a Sessão Plenária Solene de abertura do Ano Legislativo.

O Presidente da República que pela quarta vez discursou no hemiciclo discorreu sobre vários aspectos da vida do país, desde a situação da pandemia, passando pelos aspectos políticos, económicos, financeiros, sociais, culturais e diplomáticos.

Contra as expectativas da oposição em particular e da sociedade em geral, o Presidente João Lourenço negou-se a precisar o horizonte temporal em que as eleições autárquicas terão lugar no país, condicionando a sua realização à conclusão do Pacote Legislativo Autárquico.

Segundo João Lourenço, não é justo e correcto dizer-se que as eleições foram adiadas, porque não se adiam eleições que nunca foram convocadas, e não se convocam eleições sem que assentem numa base legal, sob pena de não serem consideradas válidas.

“Estamos todos interessados na realização dessas eleições que vão acontecer pela primeira vez em Angola, e que farão emergir um novo tipo de poder que, com certeza, vai aliviar em muito o peso da responsabilidade que hoje recai sobre o Estado, na resolução dos problemas quotidianos que afligem o cidadão na sua comunidade”, explicou João Lourenço, sublinhando que o Executivo, o Parlamento, os Partidos Políticos, a Comissão Nacional Eleitoral, a sociedade civil, todos temos tarefas por realizar para garantir o sucesso deste processo.

A reacção da oposição não se fez esperar.

A UNITA, CASA-CE, PRS, ouvidos em separados pela imprensa mostraram-se agastados com o facto de o Presidente não ter tido a coragem de dizer quando é que as primeiras eleições autárquicas terão lugar em Angola.

Nelito Ekuikui deputado pela bancada da UNITA disse que o discurso do Presidente da República foi controverso, não reflecte a realidade da vida das populações angolanas.

Para Albertina Navemba Ngolo, o Presidente da República fez a tarefa dos seus ministros. Relativamente às autarquias Navita Ngolo diz que o titular do poder executivo deveria ter dado um indicador para a realização das mesmas.

“Dizer que a Assembleia Nacional não terminou o pacote legislativo é desculpa de mau pagador”, afirma Albertina Ngolo, que se insurge contra o facto de o Presidente da república não ter apontado soluções para os problemas da falta de água potável, altos preços dos produtos da cesta básica.

“O cidadão não quer continuar a ver o seu rendimento taxado com o IVA, com o IRT. O Senhor presidente tem que aligeirar a vida dos cidadãos”, desabafou a deputada da oposição que acusa João Lourenço de subalternizar a Assembleia Nacional e a Justiça.


L.i.m.a - actividades
Helena Bonguela Abel venceu neste Sábado, 08 de Agosto de 2020, a eleição do IV Congresso da LIMA com 61, 36%, correspondentes 368, superando as suas duas concorrentes Manuela dos Prazeres de Kazoto, a segunda mais votada com 208 votos, equivalentes a 33, 76%, e Domingas Jungulu José que ficou na terceira posição com 30 votos correspondendo a 4, 87%.

O Conclave ocorreu em 8 Regiões, por sistema de videoconferências devido as restrições impostas pelas medidas de combate a COVID-19.

Entretanto, os resultados da eleição deixaram insatisfeita a Candidata Manuela dos Prazeres, que contestou os resultados do pleito, após a divulgação final.

“A UNITA é a promotora da Democracia em Angola e devemos ser de facto o espelho e a escola da Democracia. Dito isso, eu, senhor Presidente e membros da Direcção, do fundo do meu coração, enquanto militante, eu não gostaria de pactuar com vícios, e por essa razão, queiram desculpar-me, eu não estou de acordo com o resultado deste Congresso”, disparou.

Em resposta, a Presidente da Comissão Eleitoral do IV Congresso da LIMA, Amélia Judith, refutou a contestação apresentada pela Candidata Manuela dos Prazeres, afirmando que, em nenhum momento recebeu alguma reclamação.

“Enquanto Presidente da Comissão Eleitoral do IV Congresso da LIMA, em nenhum momento recebemos alguma reclamação da Candidata Manuela dos Prazeres, e para complementar eu tenho as actas sínteses do país, se o Presidente Permitir, eu vou ler acta por acta. Para dizer que eu não recebi, se recebesse nós teríamos agido”, defendeu-se Amélia Judith Ernesto.

O Congresso da Organização Feminina da UNITA, a LIMA – Liga da Mulher Angolana, ocorreu nos dias 7 e 8 de Agosto de 2020, em 8 Províncias de Angola. A Região Sul, reunida na província da Huíla, com as Províncias do Cunene, da Huíla e Namibe; a 2ª Região Centro 1, reunida no Bié, com as Províncias do Kuando Kubango, do Bié e do Huambo; a 3ª Região é a Centro 2 reunida em Benguela, com as Províncias de Benguela e do Kwanza-Sul.

A 4ª Região correspondeu a Região Leste e albergou as Delegadas na Lunda Sul, da Lunda-Norte, Lunda-Sul e Moxico; a 5ª Região representou a Região Norte, e acolheu-se na Província do Uíge, com Delegadas da Província do Zaires, Uíge e Malange e com algumas dos municípios do Kwanza-Norte que não podiam se deslocar para a Lunda-Sul, devido as restrições à COVID.

A 6ª Região foi a região do Kwanza-Norte, que tem o Município em cerca sanitária, realizando o Congresso de forma isolada, a 7ª Região igualmente isolada, foi a Região de Cabinda, por questões geográficas, e a 8ª Região foi a Região de Luanda que reuniu-se com a Província do Bengo.


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Sabado, 31 de Outubro de 2020