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Preparativos da III Reunião ordinária da Comissão Política da UNITA
A segunda fase do processo preparatório, envolvendo reuniões dos comités provinciais decorre de 8 a 12 de Novembro, e contam, igualmente com a presença de membros dos órgãos de direcção do Partido.
18/02/2019
Médicos marcham em sinal de protesto contra resultados de concurso Público
Médicos das províncias de Luanda, Benguela e Huíla, entre empregados e desempregados, marcharam, neste sábado, para protestar contra os resultados do último concurso público para o sector da Saúde.

A maioria dos candidatos reprovou no referido concurso, avaliado através de um aplicativo informático, mas o Sindicato dos Médicos, que ainda não está completamente legalizado, alega a necessidade de “maior transparência”. Uma das suas queixas é a componente de cultura geral constante do teste de admissão, que considera “exagerada”.

A propósito, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, afirmou em Luanda que o concurso público foi realizado na base de pressupostos legais estabelecidos no Decreto Presidencial 102/11, de 23 de Maio. No decreto, consta a orientação da inclusão, nas provas de admissão, da avaliação de cultura geral, deontologia médica e conhecimentos específicos de cada especialidade.

“É neste contexto que foi realizada a prova, com avaliação de 20 porcento de cultura geral, 20 de ética e deontologia e 60 de conhecimentos específicos médicos”, reforçou a ministra, que anunciou, para a próxima semana, a divulgação dos resultados definitivos do concurso, depois de avaliadas as reclamações.

Quanto ao modelo de correcção das provas (americano), afirmou não ter sido unicamente usado no sector, sublinhando que é um sistema bastante fiável. “Este sistema já é usado há mais de sete anos na Universidade Agostinho Neto e está a ser expandido para outras universidades com bons resultados. Provámos que não há razão para ser posto em causa”, rematou.

Sabe-se, por outro lado, que alguns dos médicos conseguiram ser aprovados no recente concurso devido, precisamente, ao facto de terem respondido correctamente às questões de cultura geral.

A marcha promovida pelo Sindicato dos Médicos contou com pouco mais de 60 participantes em Luanda, enquanto que, em Benguela, foram cerca de uma centena. Na Huíla, os números apontam para uma mobilização mínima de 25 profissionais.

Segundo os seus organizadores, a marcha dos médicos visou chamar a atenção das autoridades para o elevado índice de mortalidade nos hospitais, para a falta de medicamentos e para o reduzido número de médicos na periferia.

Outro objectivo foi exigir que as autoridades privilegiem a contratação de médicos e outros técnicos nacionais, em detrimento de estrangeiros, para suprirem vagas disponíveis nos hospitais ou para leccionarem medicina nas universidades públicas.

A marcha promovida pelo Sindicato dos Médicos foi realizada numa altura em que o Executivo está a apostar visivelmente na melhoria dos serviços de saúde, que reconhece ser um dos principais problemas da população.

Assim, e apesar da crise, que faz reduzir as receitas do país, desde 2014, o Executivo aumentou a verba do sector da saúde no Orçamento Geral do Estado (OGE 2019), passando de 3.6 porcento, em 2018, para 6.6 porcento, este ano.

No quadro desse aumento, o sector vai construir e reconstruir este ano vários centros de referência, em todo o país, para melhorar a assistência médica. Os organizadores da marcha prometeram avançar para uma greve geral a partir do próximo dia 2 de Março.

Fonte: Angop
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Eco do Partido Campo do militante
Líder da UNITA garante fim da discriminação no GIP Jonas Savimbi “foi um Líder profundamente Capacitado”
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva, trabalhou esta quarta-feira 26 de Julho de 2017, na capital do Bengo, Caxito, tendo discursado para as populações locais. A posição é do Veterano da Pátria e General na Reforma, Vicente Viemba, que falava nesta sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2019, no Espaço “A Hora das Perguntas”, da Rádio Despertar, onde falou de Jonas Malheiro Savimbi como político, militar e diplomata, tendo-o considerado como sendo um líder profundamente capacitado.
Intolerância
Palavra do Presidente
Reafirmadas relações entre Partido Conservador e a UNITA
O Presidente da UNITA, Dr. Isaías Samakuva recebeu na tarde desta terça feira, 19 de Fevereiro de 2019, a delegação do Partido Conservador do Reino Unido, chefiada pelo Deputado Andrew Rosindell.

A ocasião serviu para reafirmação das relações entre os dois Partidos e perspectivar acções de cooperação em vários domínios.

A delegação do Partido Conservador do Reino Unido orientou acção de formação de dirigentes e quadros da UNITA sobre Poder Local, Marketing Político e utilização das Redes Sociais em campanhas eleitorais.
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grupo parlamentar - actividade
Parlamento Angolano aprova CGE 2016 com votos contra da Oposição
Na declaração política do Grupo Parlamentar da UNITA, apresentada pelo seu Líder Parlamentar, esta quarta-feira, 20 de Fevereiro, de 2019, durante a plenária na Assembleia, que aprovou a Conta Geral do Estado (CGE) de 2016 com votos favoráveis do MPLA, e os votos contra da Oposição, Adalberto Costa Júnior justificou nos seguintes moldes a posição do seu partido na Assembleia.

“Também importa referir que o Art. 63 – nº6 da Lei do OGE diz que a CGE tem de ser apresentada à AN até 30Set do ano seguinte e portanto esta CGE de 2016 deveria ser apreciada e votada até 30 de Junho de 2018! Estamos assim a efectuar um exercício de apreciação da CGE fora dos prazos que a Lei impõe, portanto em desrespeito ao que a Lei obriga! A quem imputar responsabilidades? Naturalmente ao Executivo, que não pode permanentemente esperar desculpas de transição da governação! Até porque não estamos propriamente a falar de um novo governo!”

Para o Presidente do Grupo Parlamentar da UNITA, “Estes atrasos têm consequências, nomeadamente ao não produzirem efeitos lógicos na preparação dos orçamentos subsequentes. E esta prática contribui também para uma governação menos eficaz e menos transparente”.

O Presidente da Bancada Parlamentar do MPLA, Américo Cuononoca, em nome do seu grupo parlamentar, louvou a apreciação da Conta Geral do Estado de 2016, por considerar ser um acto de fiscalização, que incide sobre todas as entidades públicas que exercem funções materialmente administrativas.

“Ao apreciarmos a Conta Geral do Estado estamos a realizar um acto de fiscalização, que incide sobre todas as entidades públicas que exercem funções materialmente administrativas, com eficácia externa, nomeadamente Serviço da Administração Central do Estado directa e indirecta, da administração autónoma e da administração independente. Este é o sentido das políticas expressas num dos eixos apresentados no Plano de Desenvolvimento Nacional 2018 – 2022, nomeadamente o eixo nº 4”.
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L.i.m.a - actividades
Responsável deplora más condições de vida das Populações de Nambuangongo
Helena Bonguela trabalhou nos dias 20 e 21 de Outubro de 2018, nas aldeias de Kibunda e Cacuaco, na comuna do Zala, Município do Nambuangongo, província do Bengo, tendo no final manifestado a sua insatisfação pela falta de condições em que as populações daquelas comunidades estão votadas.

A presidente da LIMA, braço feminino da UNITA, que revelou a situação à comunicação social, reprovou também a insensibilidade das autoridades locais que terão retirado o material que tinha sido colocado num local para a construção de uma escola, por alegadamente maior parte de a população local ter depositado o seu voto ao Galo Negro, nas eleições de 2017.

“Contaram-me de que o governo, na véspera das eleições, colocou material, mas depois veio também retirar. Foi preciso reagir para que aquela escola se construa. É exactamente mais uma vez o esforço da população. Não tem hospitais na comunidade, não tem escolas na comunidade. As estradas são péssimas, as nossas casas são essas: umas meio-caídas em que não há condições de vida”, recordou a dirigente.

A responsável deplorou a falta de energia, água e de medicamento nos hospitais.

“Não temos luz eléctrica, nós tiramos água do rio, directamente para o nosso consumo. Esta água não é tratada, não é potável. Como é que podemos ter saúde, se depois adoecemos e não temos hospital com medicamento, o que é que este governo quer para este povo?”

Segundo a dirigente da Liga da Mulher Angolana, “Angola ainda não viveu mudança absolutamente nenhuma. Angola precisa de um novo rumo, precisa de uma nova vida. E, só é possível esse novo rumo, essa nova vida, com a UNITA no poder”.

Helena Bonguela criticou, igualmente o facto de a maioria dos antigos combatentes, viúvas e órfãos não usufruírem das pensões a que têm direito, por força da sua participação na luta de libertação nacional.

“A história nos diz que estas são áreas que, na era colonial lutaram contra o colono português. Os nossos avós, os nossos pais, aqui pegaram em armas para correr o colono, porque queríamos que Angola fosse governada por verdadeiros angolanos. Mas é essa parcela do país que está abandonada simplesmente”.

“Não há para o antigo combatente; uma pensão condigna. Não há pensões, os papás estão aqui, as mamãs mais velhas estão aqui. Não pensões daqueles que libertaram a pátria. Não há pensões. Acredito, temos aqui um número elevado de viúvas e órfãos de guerra: Não têm pensões de sobrevivência”.
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