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Discurso do Presidente Isaías Samakuva ao IV Congresso da JURA
A objetivo essencial da JURA é fazer em Angola aquilo que a juventude mundial tem feito em todos os continentes, em todas as épocas: mudar o mundo. Seja no campo das ciências ou das artes, seja no campo das tecnologias ou das relações sociais, seja no campo do comércio ou da governação, a juventude tem sido o motor das grandes transformações no mundo.
20/11/2018
Responsável defende melhoria das condições dos Hospitais Públicos
Adriano Manuel, Presidente do Sindicato Nacional dos Médicos, falando esta sexta-feira, 16 de Novembro de 2018, no Programa “Angola Fala Só” da Voz de América, dos vários assuntos por ele abordado, mencionou também a respeito do crescimento exponencial das clínicas privadas que vêm surgindo um pouco por todo o país.

A respeito do fenómeno que vem originando no país dois sistemas de saúde, o privado para quem tem capacidade para estes cuidados e o estatal para quem não tem, Adriano Manuel incentiva a melhoria das condições de trabalho nos hospitais públicos, para que as instituições sanitárias estatais possam ombrear de igual por igual as clínicas privadas, que têm condições de longe melhor que os hospitais públicos.

“Bom, em relação a isso, nós precisamos melhorar; a perspectiva da classe médica em Angola é que se melhore as condições de trabalho nos hospitais públicos”.

O convidado especial do programa dessa sexta-feira, da “Voz da América” revelou durante a sua intervenção, existir Clínica Privadas construídas com o dinheiro do povo.

“Deixa-me lhe dizer que, existem clínicas privadas que, foram construídas com o dinheiro do povo. Estou a falar da Clínica Girassol, estou a falar da Clínica Multiperfil que, foram construídas com o dinheiro do povo, com o erário público, mas, no entanto, elas foram construídas para servir uma determinada elite”.

“E, eis que, nós estamos preocupados com isso, porque, enquanto isso existir, as pessoas que têm acesso a essas clínicas a maior parte delas são pessoas que estão ligadas às grandes multinacionais; enquanto isso acontecer vamos ter alguma dificuldade de melhorar as condições de trabalho nas instituições”, afirmou.

Para Adriano Manuel, “O sindicato quando apresenta esse caderno reivindicativo tem como objectivo principal, melhorar as condições, tanto de hotelaria, bem como do ponto de vista material, e desta forma vamos conseguir ombrear de igual para igual com as clínicas privadas, e quem sabe, muitas delas que tenham fim extremamente comercial acabam por desaparecer, quando o governo organizar melhor o Serviço Nacional de Saúde. De certeza absoluta que, muitas dessas clínicas vão desaparecer; de certeza absoluta”.
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Em destaque
Caderno reivindicativo sem Resposta Carência de Docentes pode condicionar entrada e novos Estudantes
20/11/2018
12/11/2018
A greve decretada pelo Sindicato dos Médicos teve início hoje, segunda-feira, com os Serviços de Urgência das unidades sanitários públicos precavidos, a revolta deve-se a não resolução dos pontos vários do caderno reivindicativo é apontada como a principal causa. O reduzido número de docentes na Escola Superior Politécnica do Cuanza Norte pode condicionar a entrada de novos estudantes na instituição, no ano lectivo de 2019.
Militantes da APN manifestam-se contra desvio de Dinheiro da campanha Eleitoral “Zungueiras” de Luanda lamentam pressão da Operação Resgate mas mantêm Actividade
Militantes do partido Aliança Patriótica Nacional (APN), liderado por Quintino Moreira, realizaram uma manifestação em Luanda, diante da sede deste partido, para contestar um alegado desvio de fundos da campanha eleitoral de 2017, violação do estatuto do partido e a realização do VI Congresso Ordinário. A venda ambulante desordenada na capital angolana persiste, uma semana após o início da Operação Resgate, com maior incidência na zona do Bairro de São Paulo, onde as vendedoras continuam a efectuar o comércio em passeios ou berma das estradas.
Angola com média anual de 28 novos casos de Sida.
Isabel dos Santos é a única Mulher entre os 10 mais ricos de África
O país regista em média anual 28 novos casos de VIH/Sida, numa altura em que se regista insuficiência no stock de preservativos e de testes para a doença, deu a conhecer o secretário-geral da Rede Angolana das Organizações Não Governamentais de Luta Contra o VIH/Sida (Anaso). A empresária angolana Isabel dos Santos, filha do antigo Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, está segundo a Forbes entre as dez pessoas mais ricas do continente africano.
Empréstimo do FMI em perigo devido a disputa entre companhia Americana e General Andrade Orçamento de 2019 pode não cumprir as promessas de João Lourenço
Os esforços de Angola para obter financiamento por parte do Fundo Monetário Internacional poderão ser destruídos devido a uma disputa envolvendo o general angolano António Andrade e a companhia americana África Growth Corporation, AFGC. O ministro angolano de Estado para o Desenvolvimento Económico e Social, Manuel Nunes Júnior, entregou nesta quarta-feira, 31, ao presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, a proposta de Orçamento Geral do Estado (OGE) para o exercício económico de 2019.
Eco do Partido Campo do militante
Líder da UNITA garante fim da discriminação no GIP As Minhas Memórias De 18 de Outubro de 1999 - 22 de Fevereiro de 2002 Por- Manuela dos Prazeres
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva, trabalhou esta quarta-feira 26 de Julho de 2017, na capital do Bengo, Caxito, tendo discursado para as populações locais. O dia 18 de Outubro de 1999, ficou marcado na história da minha vida, como sendo um dia de bastante aperto no trabalho, misturado com um intenso bombardeamento áereo sobre a vila do Andulo. Fuí uma das poucas mulheres que pelo cáracter do trabalho que desempenhava, não fui às posições satélites. Neste dia, pela manhã fui abrir a emissão da nossa (VORGAN- Andulo)
Intolerância
Palavra do Presidente
UNITA defende participação massiva nas eleições Autárquicas
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva, defendeu no município de Viana, em Luanda, a participação de todos os angolanos nas eleições autárquicas marcadas para o ano de 2020.

Para o líder do maior partido na oposição em Angola, o que está em causa não é o número de municípios nos quais vai se realizar as eleições autárquicas, mas o direito que todos os angolanos têm de governar a autarquia.

No discurso de encerramento de uma acção de formação, Isaías Samakuva defendeu, à semelhança do Executivo, que ninguém deve governar o território de uma autarquia sem ser eleito pelo povo.

Quanto ao seminário, informou que o objectivo principal foi o de consolidar os conhecimentos sobre o princípio da autonomia local, como alicerce estrutural das autarquias, no sistema constitucional angolano.

‘’Fizemos esta consolidação através do estudo comparativo do princípio da autonomia local no sistema constitucional espanhol e o contributo social das comunidades’’, realçou.

Segundo o presidente da UNITA, o mesmo exercício já tinha sido feito à luz da experiência sul-africana e cabo-verdiana.

Durante o seminário foram clarificadas dúvidas relativas às orientações metodológicas, sobre o perfil do candidato à autarca pelas listas da UNITA e sobre o processo de selecção destes nas comunidades.

Durante três dias, o seminário analisou a estrutura do Estado espanhol, orientações metodológicas, autonomia local como motor do desenvolvimento económico e social das comunidades.
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grupo parlamentar - actividade
Declaração de fortunas “deve começar pelo Presidente da República”
O Parlamento aprovou o projecto de lei sobre o repatriamento coercivo de capitais, mas o diploma ainda terá de ser discutido na especialidade. A oposição defende que o “exemplo deve vir de cima” e o MPLA assume o comando na luta contra “o segundo mal depois da guerra”.

Com 124 votos a favor e 50 abstenções, o Parlamento aprovou, nesta terça-feira, o projecto-lei sobre o Repatriamento Coercivo e a Perda Alargada de Bens, que segue agora à discussão na especialidade.

Durante a discussão, um dos deputados da CASA-CE, a terceira força parlamentar, disse que este processo de repatriamento de capitais só faria sentido se o exemplo viesse de cima, ou seja, se o casal presidencial, João Lourenço e Ana Dias Lourenço, declarassem os seus bens, uma vez que “assumiram sempre altas funções políticas, militares e governamentais”.

Makuta Nkondo, que foi eleito pelo círculo provincial do Zaire, defende que João Lourenço e a sua esposa deviam “declarar publicamente as suas fortunas, os seus bens móveis, imóveis, corpóreos e incorpóreo” e “explicar onde estão, em nome de quem e como os adquiriram”.

O parlamentar da oposição afirmou também que “o mesmo devia acontecer com o vice-Presidente da República, Bornito de Sousa”, que foi durante muitos anos ministro da Administração do Território.
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L.i.m.a - actividades
Responsável deplora más condições de vida das Populações de Nambuangongo
Helena Bonguela trabalhou nos dias 20 e 21 de Outubro de 2018, nas aldeias de Kibunda e Cacuaco, na comuna do Zala, Município do Nambuangongo, província do Bengo, tendo no final manifestado a sua insatisfação pela falta de condições em que as populações daquelas comunidades estão votadas.

A presidente da LIMA, braço feminino da UNITA, que revelou a situação à comunicação social, reprovou também a insensibilidade das autoridades locais que terão retirado o material que tinha sido colocado num local para a construção de uma escola, por alegadamente maior parte de a população local ter depositado o seu voto ao Galo Negro, nas eleições de 2017.

“Contaram-me de que o governo, na véspera das eleições, colocou material, mas depois veio também retirar. Foi preciso reagir para que aquela escola se construa. É exactamente mais uma vez o esforço da população. Não tem hospitais na comunidade, não tem escolas na comunidade. As estradas são péssimas, as nossas casas são essas: umas meio-caídas em que não há condições de vida”, recordou a dirigente.

A responsável deplorou a falta de energia, água e de medicamento nos hospitais.

“Não temos luz eléctrica, nós tiramos água do rio, directamente para o nosso consumo. Esta água não é tratada, não é potável. Como é que podemos ter saúde, se depois adoecemos e não temos hospital com medicamento, o que é que este governo quer para este povo?”

Segundo a dirigente da Liga da Mulher Angolana, “Angola ainda não viveu mudança absolutamente nenhuma. Angola precisa de um novo rumo, precisa de uma nova vida. E, só é possível esse novo rumo, essa nova vida, com a UNITA no poder”.

Helena Bonguela criticou, igualmente o facto de a maioria dos antigos combatentes, viúvas e órfãos não usufruírem das pensões a que têm direito, por força da sua participação na luta de libertação nacional.

“A história nos diz que estas são áreas que, na era colonial lutaram contra o colono português. Os nossos avós, os nossos pais, aqui pegaram em armas para correr o colono, porque queríamos que Angola fosse governada por verdadeiros angolanos. Mas é essa parcela do país que está abandonada simplesmente”.

“Não há para o antigo combatente; uma pensão condigna. Não há pensões, os papás estão aqui, as mamãs mais velhas estão aqui. Não pensões daqueles que libertaram a pátria. Não há pensões. Acredito, temos aqui um número elevado de viúvas e órfãos de guerra: Não têm pensões de sobrevivência”.
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Terça-feira, 20 de Novembro de 2018