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Discurso do Presidente Samakuva na abertura do ciclo de actividades alusivas às Exéquias do Dr. Jonas Malheiro Savimbi
O Presidente-fundador da UNITA nunca se vergou aos interesses hegemónicos de nenhuma potência estrangeira nem de nenhum grupo nacional. Intitulado pelo jornal português o Tempo como o HOMEM DO PROJECTO ANGOLANO e homenageado por outro Jornal também português, o Expresso, como O Guerrilheiro do Século
14/05/2019
O Banco Nacional de Angola (BNA) fechou o Ano de 2018 com activos avaliados em cerca de 7,06 Biliões Kz
O Banco Nacional de Angola (BNA) fechou o ano de 2018 com activos avaliados em cerca de 7,06 biliões Kz, o que corresponde a um acréscimo de 42,3% em relação ao período homólogo de 2017 (4,9 biliões Kz), calculou o Mercado, embora o BNA tenha apresentado uma variação de 50,40% no seu mais recente Relatório e Contas 2018.


De acordo ao documento a quer o Mercado teve acesso, este aumento foi justi?cado pelo incremento dos “Activos sobre o exterior” em cerca de 61,27%, ?xando-se nos actuais 5,2 biliões Kz fundamentado, sobretudo, por dois efeitos contrários, entre eles a depreciação do Kz face ao USD e pela diminuição da posição em moeda estrangeira dos activos sobre o exterior em cerca de 13%. Na rubrica outros activos externos a receber em 100%, nos activos ?nanceiros ao justo valor através de resultados em cerca de 61% e nas aplicações em instituições de crédito em cerca de 17%, compensado com o aumento em moeda estrangeira, na rubrica caixa e disponibilidades em instituições de crédito em cerca de 65% e nos activos ?nanceiros disponíveis para a venda em cerca de 28%, segundo o documento.


Por sua vez, o aumento de 248, 14 mil milhões Kz, o equivalente a 20,34% dos “Activos internos” explicado, basicamente, pela emissão de Obrigações do Tesouro Nacional pelo Ministério das Finanças, para pagamento da conta corrente. A posição do “Ouro” foi igualmente digna de destaque, tendo registado durante o período, um aumento de cerca de 83%.


Já o passivo da autoridade monetária somou 6,18 biliões Kz em 2018, contra os 4,3 biliões Kz apurados no período homólogo de 2017, o que traduz num acréscimo de 1,84 biliões Kz.


Este aumento deveu-se fundamentalmente na diminuição das “Notas e moedas em circulação” em cerca de 29,3 mil milhões Kz, situando-se nos 498 mil milhões Kz, o que perfaz uma variação negativa de quase 6% com impactos sobre o comportamento nos preços.

Por outro lado, destacamos as “Reservas bancárias” que durante o ano passado, registaram uma elevação de 416,23 mil milhões Kz, pouco mais de 31,23% face ao período homólogo de 2017. Estes números são justi?cados pelo “aumento de Obrigações do Tesouro Nacional em moeda estrangeira entregues para cumprimento de reserva obrigatória e pelo efeito da depreciação cambial do Kz face ao USD”, lê-se no documento.


Assim sendo, em 2018, os capitais próprios do BNA foram de 885 mil milhões Kz, cerca de 260 mil milhões Kz abaixo do valor veri?cado em 2017. Contas feitas pelo Mercado, a variação foi de 43%, embora o BNA tenha apresentado uma variação de 147,44%. Já o resultado de exercício foi de cerca de 18,5 mil milhões Kz.


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Ex-Presidente de Angola declina atenção Protocolar Operadores privados entram no Mercado de Inspecção de Viaturas
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Eco do Partido Campo do militante
Líder da UNITA garante fim da discriminação no GIP Jonas Savimbi “foi um Líder profundamente Capacitado”
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva, trabalhou esta quarta-feira 26 de Julho de 2017, na capital do Bengo, Caxito, tendo discursado para as populações locais. A posição é do Veterano da Pátria e General na Reforma, Vicente Viemba, que falava nesta sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2019, no Espaço “A Hora das Perguntas”, da Rádio Despertar, onde falou de Jonas Malheiro Savimbi como político, militar e diplomata, tendo-o considerado como sendo um líder profundamente capacitado.
Intolerância
Palavra do Presidente
Presidente da UNITA leva à Cidade Alta preocupações das Populações
O Presidente da UNITA esteve esta terça-feira, 15 de Abril de 2019, reunido com o Presidente da República, no Palácio da Cidade Alta.

No centro da conversa entre os dois políticos das duas maiores forças do país, que se encontraram pela terceira vez, em menos de dois anos, estiveram várias questões com destaque para aquelas que afectam a vida social e económicas das populações das províncias do Kuando Kubango, Moxico, Lundas Sul e Norte, recentemente visitadas pelo líder da UNITA.

“Nós fizemos o ano passado uma visita à província do Kuando Kubango, visitámos praticamente todos os municípios com excepção de um. Há uma semana visitámos Moxico, Lunda Sul e Lunda Norte, tivemos contactos com sectores significativos da população, como sobas que nos pediram transmitir as suas preocupação sobre emprego, falta de vias de comunicação e violação de direitos humanos aos Senhor Presidente da República”, disse Isaías Samakuva.

De acordo com o líder da UNITA, a ocasião serviu para passar em revista outros aspectos da vida do país, tais como as autarquias previstas para 2020 e que brevemente começa na Assembleia Nacional o debate sobre o Pacote Eleitoral Autárquico.

Sobre esta matéria o líder da UNITA entende existirem questões que devem ser bem debatidas para que as leis a serem aprovadas proporcionem ao país um processo autárquico “suavel e sem problemas”.

O processo das exéquias do líder fundador da UNITA, cujos preparativos estão avançados, foi segundo Isaías Samakuva, também passado em revista, adiantando que tudo está dependente dos resultados dos testes de DNA.
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grupo parlamentar - actividade
UNITA rejeita adiamento das Autárquicas de 2020 em Angola, mas alerta para “Riscos”
A UNITA, maior partido da posição angolana, rejeitou este domingo um eventual adiamento das primeiras eleições autárquicas no país, mas alertou que existem “riscos”, uma vez que o Governo angolano não as pretende realizar simultaneamente em todo o país.


Em declarações à agência Lusa, o líder parlamentar da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), Adalberto da Costa Júnior, lembrou que o pacote legislativo das autárquicas está a ser discutido na Assembleia Nacional e que o ideal é que se obtenham consensos em relação à forma como o processo vai decorrer.


“De maneira alguma [haverá adiamento]. Temos as iniciativas legislativas na Assembleia em condições de podermos discuti-las, até com alguma tranquilidade, até Setembro, Outubro. Sei que há uma intenção de as acelerar e de as votar, quase todas, em maio, o que seria muito negativo, porque devemos agora, na especialidade, encontrar consensos e debater lei a lei com a necessidade de aprofundamento que cada uma exige”, explicou o dirigente do “Galo Negro”.


Para Adalberto da Costa Júnior, o ideal passa por discutir, “tranquilamente” todo o pacote legislativo “até ao final do ano legislativo, até Setembro ou Outubro”.

Em causa está o “gradualismo geográfico” proposto pelo Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, partido que suporta o Governo), que prevê a realização da votação em três fases, com a primeira, já em 2020, a decorrer em apenas alguns municípios, ainda por apurar, a segunda, em 2025, abrangendo um conjunto maior de autarquias, e a terceira, em 2030, já em todo o país.

Questionado pela Lusa sobre se a contestação popular ao “gradualismo geográfico” que tem vindo a surgir um pouco por todo o país poderá trazer problemas, Adalberto da Costa Júnior admitiu que sim, indicando estar “seguro” de que a “esmagadora maioria da população” não o quer.

“Espero que, da parte dos cidadãos, haja uma manifestação da sua vontade. Eu espero. Mas também espero que essa manifestação esteja dentro dos limites que a lei permite e que quem é favorável a esta opção pondere devidamente e seja sensível, porque tem riscos”, frisou,

“O problema aqui é político. O MPLA tem medo de perder o controlo absoluto do poder e encontrou subtilezas, subterfúgios mil, na lei, para manter este poder, se não em todo, na parte que não tiver autarquias em função”, afirmou o dirigente da UNITA.

Sobre a posição da UNITA em relação ao tema, Adalberto da Costa Júnior garantiu que o partido do “Galo Negro” “continua firmemente contra”, considerando que o gradualismo geográfico na votação significa “exclusão, incremento da pobreza e fazer uma diferenciação no âmbito nacional daquilo que já é grave hoje”.

“Não acredito que haja um só município, um só cidadão, que queira ficar fora de um espaço de autarquias, de acumulação de direitos, de uma proximidade de um governante ao cidadão, porque são estas questões todas que estão em causa e que trarão resultados mais positivos do que o modelo centralizado e exclusivo que temos hoje”, defendeu.

Ao longo da semana, o pacote legislativo sobre as autárquicas foi aprovado, na generalidade, pelo parlamento angolano, onde o MPLA tem maioria absoluta (150 dos 220 deputados) – a UNITA tem 51 -, em que foram admitidas todas as propostas, do poder e da oposição, para serem analisadas na especialidade, sem votos contra do “Galo Negro”.


A este propósito, Adalberto da Costa Júnior criticou o que disse ser a “propaganda negativa” feita pelos órgãos de comunicação do Estado imediatamente depois de a UNITA ter aprovado, na generalidade, as propostas do MPLA.

“Quem fez a propaganda negativa foram, sem dúvida, os órgãos do Estado, que continuam a comportar-se como órgãos do regime. É vergonhoso ver um Jornal de Angola, uma Rádio Nacional [de Angola] a difundirem que já se votou definitivamente e que o gradualismo foi apoiado com os votos da oposição. Isto é criminoso a todos os níveis”, sublinhou.


“Primeiro porque é falso, segundo porque nem sequer se preocuparam em transmitir os conteúdos do que se passou na Assembleia Nacional. Apesar de termos feito a admissão de todos os projectos, não abdicámos de intervenções claras daquela que é a nossa posição”, acrescentou Adalberto da Costa Júnior.
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L.i.m.a - actividades
Responsável deplora más condições de vida das Populações de Nambuangongo
Helena Bonguela trabalhou nos dias 20 e 21 de Outubro de 2018, nas aldeias de Kibunda e Cacuaco, na comuna do Zala, Município do Nambuangongo, província do Bengo, tendo no final manifestado a sua insatisfação pela falta de condições em que as populações daquelas comunidades estão votadas.

A presidente da LIMA, braço feminino da UNITA, que revelou a situação à comunicação social, reprovou também a insensibilidade das autoridades locais que terão retirado o material que tinha sido colocado num local para a construção de uma escola, por alegadamente maior parte de a população local ter depositado o seu voto ao Galo Negro, nas eleições de 2017.

“Contaram-me de que o governo, na véspera das eleições, colocou material, mas depois veio também retirar. Foi preciso reagir para que aquela escola se construa. É exactamente mais uma vez o esforço da população. Não tem hospitais na comunidade, não tem escolas na comunidade. As estradas são péssimas, as nossas casas são essas: umas meio-caídas em que não há condições de vida”, recordou a dirigente.

A responsável deplorou a falta de energia, água e de medicamento nos hospitais.

“Não temos luz eléctrica, nós tiramos água do rio, directamente para o nosso consumo. Esta água não é tratada, não é potável. Como é que podemos ter saúde, se depois adoecemos e não temos hospital com medicamento, o que é que este governo quer para este povo?”

Segundo a dirigente da Liga da Mulher Angolana, “Angola ainda não viveu mudança absolutamente nenhuma. Angola precisa de um novo rumo, precisa de uma nova vida. E, só é possível esse novo rumo, essa nova vida, com a UNITA no poder”.

Helena Bonguela criticou, igualmente o facto de a maioria dos antigos combatentes, viúvas e órfãos não usufruírem das pensões a que têm direito, por força da sua participação na luta de libertação nacional.

“A história nos diz que estas são áreas que, na era colonial lutaram contra o colono português. Os nossos avós, os nossos pais, aqui pegaram em armas para correr o colono, porque queríamos que Angola fosse governada por verdadeiros angolanos. Mas é essa parcela do país que está abandonada simplesmente”.

“Não há para o antigo combatente; uma pensão condigna. Não há pensões, os papás estão aqui, as mamãs mais velhas estão aqui. Não pensões daqueles que libertaram a pátria. Não há pensões. Acredito, temos aqui um número elevado de viúvas e órfãos de guerra: Não têm pensões de sobrevivência”.
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