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Discurso do Presidente Samakuva na Cerimónia de Cumprimentos de fim de Ano
O ano que agora finda foi marcante, histórico e excitante para o nosso país político: o Presidente José Eduardo dos Santos deixou a chefia do Estado, a Comissão Nacional Eleitoral anunciou resultados que ela própria não produziu, e o novo Presidente assim investido procura afirmar-se como Presidente de uma República e combater a corrupção institucionalizada.
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17/02/2018
Presidente da UNITA participa da Reunião do IDC, em Budapeste
O Presidente da UNITA, Dr. Isaías Samakuva, dirige uma delegação do partido que se encontra em Budapeste (capital da Hungria), a participar nos trabalhos do Comité Executivo da Internacional Democrática do Centro (IDC), da qual a UNITA é membro efectivo.

Os trabalhos tiveram início na manhã de sexta-feira, dia 16 de Fevereiro de 2018, e estão a ser orientados pelo Senhor Andrés Pastrana, ex-Presidente da Colômbia.

De entre as personalidades presentes destacam-se as seguintes: António Lopez Isturiz, Secretario Geral da organização; Ulisses Correia e Silva, primeiro Ministro de Cabo Verde; Amin Gemayel, ex-Presidente do Líbano; Victor Orban, primeiro ministro da Hungria; e José Maria Aznar, ex-primeiro ministro espanhol.

Estão igualmente presentes delegações dos partidos-membros da IDC de Marrocos, da Suécia, da Espanha, da Costa Do Marfim, do Brasil, do Panamá, do México, de Cabo Verde, do Líbano, do Chile, de Cuba, da Alemanha, de Portugal, da Argélia, de Camboja e do Azerbaijão.

Ontem, a reunião debateu o Relatório do Secretariado Executivo e apreciou várias propostas de resolução.

Foram também temas de reflexão durante a sessão inaugural: as questões religiosas no mundo, a situação do Médio Oriente, a politica externa do Presidente Donald Trump, a situação na América Latina, o problema do populismo, o terrorismo, as migrações e a situação em Africa.

Na sua qualidade de Vice-Presidente da IDC, o Presidente da UNITA assiste a esta reunião como membro efectivo do Comité Executivo da organização, fazendo-se acompanhar de Alcides Sakala, Secretário das Relações Exteriores da UNITTA.
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Em destaque
Esclarecimento oportuno sobre a Deliberação da Comissão Política Comunicado Final da III Reunião da Comissão Política da UNITA
22/12/2017
17/12/2017
Ao contrário do que algumas pessoas veicularam nas redes sociais e nos écrans de televisão, o Dr. Isaías Samakuva é uma pessoa plena de valores ético-morais, séria, humilde e disciplinada perante as normas da organização em que está inserido. Aliás, só por isso tem merecido carinho e reiterada escolha dos militantes em sucessivos Congressos em que renovou o mandato, e dos angolanos que têm votado nas propostas eleitorais da UNITA.
Num universo de 196 membros presentes, 3 votaram nulo, o que corresponde a 1,53%, 24 votaram contra, o que corresponde a 12,24 % e 169 votaram a favor do cumprimento do seu mandato, o que corresponde a 86,23%.
Samakuva daria num bom presidente e votar no João Lourenço é trair povo angolano “MPLA é um partido terrorista e de malandros”, afirma político moçambicano
Vivo fora de Angola há mais de 35 anos , mas ainda assim vivo o país com grande intensidade todos os dias , horas , minutos , segundos e não estaria a exagerar se disser aqui que tenho observado com grande precisão os nossos políticos ligados ao regime assim como os da oposição , enfim tal qual a postura e comportamento de cada um deles. Maputo - A maioria dos partidos políticos moçambicanos, com excepção da FRELIMO, considerou abusivas, ofensivas, despropositadas e imiscuição nos assuntos internos de um país soberano, as declarações do ministro da Defesa de Angola, João Lourenço, que em missão de Estado, resvalou para a campanha partidária do MPLA, ofendendo a oposição local e a de Angola, considerando-as de malandros.
Que mensagem traz João Lourenço às populações de Cabinda? Estêvão Neto Pedro
UNITA aprova Regulamento de candidatura a Deputado
Nos últimos momentos, temo-nos deparado com uma forte movimentação das FAA, da Polícia Nacional e da Segurança do Estado, nos bairros periféricos da Cidade de Cabinda. A movimentação de tropas e civis, de Luanda para Cabinda, tem como propósito dar cobertura ao vazio que tem sido preenchido pelos alunos e funcionários públicos, obrigados e ameaçados com penalizações graves quando não participassem nas actividades políticas do MPLA.
De acordo com o Comunicado tornado público esta segunda-feira, a o Comité Permanente estabeleceu o período de 27 de Março a 08 de Abril de 2017, para a realização das Conferências Provinciais, que irão eleger os candidatos filiados na UNITA e mandatou o Presidente do Partido para elaborar a lista final, nos termos dos Estatutos.
João Pinto quer que Samakuva alimente os jacarés Por Orlando Castro As inverdades do Dr. Adão de Almeida - Vitorino Nhany
João Pinto, jurista e deputado do MPLA (entre outras impolutas características), diz que as declarações feitas pelo líder da UNITA, Isaías Samakuva, em Portugal, são graves e irresponsáveis. Mais uma vez limitou-se a dizer o que lhe mandaram dizer Muito atentamente acompanhei o Telejornal das 20 horas do dia 20 - 04 - 17, da TPA, sobre a suposta instrução de duplo registo dada ao cidadão Ernesto João Manuel, pela UNITA!
Eco do Partido Campo do militante
Líder da UNITA garante fim da discriminação no GIP O Papel da Comissão Municipal Eleitoral no Apuramento Provincial dos Resultados Eleitorais - Mihaela Webba
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva, trabalhou esta quarta-feira 26 de Julho de 2017, na capital do Bengo, Caxito, tendo discursado para as populações locais. A CNE veio a público afirmar que a lei não prevê a contagem dos votos a nível municipal. E disse bem. Alguns cidadãos, porém, a quem a CNE deve servir, criticaram a postura da CNE talvez pelo facto de a sua porta-voz, Júlia Ferreira, não ter explicado que, apesar dos votos não serem contados ao nível do município, a lei atribui à Comissão Municipal Eleitoral um papel fundamental no processo de apuramento provincial dos resultados eleitorais.
Intolerância
Palavra do Presidente
Presidente Samakuva enaltece heroísmo da mulher angolana
A LIMA encerrou este sábado a quadra festiva alusiva ao seu 42º aniversário, em cerimónia realizada no Complexo Sovsmo, em Viana, na presença de várias individualidades e membros do Partido.

Convidado a proferir o discurso de encerramento da quadra comemorativa, o Presidente da UNITA, Isaías Samakuva começou por agradecer o convite, o programa em si e a presença de várias mulheres que se destacaram na luta de libertação como participes activas.

Depois de fazer referência às lutas das mulheres no mundo pela sua emancipação, o líder da UNITA enalteceu o papel que a mulher enquadrada na LIMA tem desempenhado para merecer um lugar ao sol.

Olhando para a realidade social e económica das populações angolanas, em especial das mulheres, Isaías Samakuva disse acreditar haver maior vontade de se inverter o quadro, tendo convidado os membros do Partido e da LIMA em particular a ir ao encontros das pessoas que sofrem e convencê-las a integrarem o movimento para a mudança.

“Os angolanos podem ter uma vida melhor”, disse o mais alto dirigente da UNITA, para quem é preciso travar batalhas para se conquistar o que se deseja.
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grupo parlamentar - actividade
MPLA aprova sozinho OGE 2018, UNITA vota contra, CASA-CE, PRS e FNLA abstêm-Se
O Grupo Parlamentar da UNITA votou contra a aprovação do Orçamento Geral do Estado 2018, justificando que identificou aspectos essenciais que, no mínimo, deveriam merecer uma abordagem aprofundada do documento.

“Para além da auditoria à dívida, identificamos a necessidade de despartidarizar o Orçamento, eliminando o financiamento às inúmeras organizações ditas de utilidade pública, que continuam a receber verbas do OGE e dedicam-se a actividades partidárias; à necessidade de um compromisso direccionado ao sector social e que permita o aumento gradual da percentagem para a saúde e para a educação, de modo a abraçarmos políticas sustentáveis para o futuro; o apoio inequívoco ao empresariado nacional, parceiro estratégico no combate à crise económica; à necessidade de direccionar verba superior para a agricultura, com uma dotação inferior a 1% do orçamento; um compromisso mais evidente para com as autarquias; a conclusão dos pendentes da Paz e Reconciliação Nacional, entre outros”, diz Adalberto Costa Júnior, na sua declaração de voto.

Segundo o líder parlamentar as propostas apresentadas pelo seu grupo ficaram sem resposta e foram motivo de interpretações pejorativas e de desconfianças.

“A estrutura deste orçamento constitui uma traição ao clamor dos angolanos, por mudança. É mais um orçamento que empobrece os angolanos, penaliza o sector social, agrava as assimetrias regionais, desinveste no sector produtivo e mantém as opções de política que acarretam falta de transparência”, criticou Adalberto Costa Júnior, avançando que os angolanos esperavam que este Orçamento reflectisse as promessas de mudança feitas pelo Presidente João Lourenço, mas afinal incorpora os mesmos vícios, as mesmas práticas da má governação anterior.

O OGE foi votado favoravelmente pelos parlamentares do MPLA, a CASA-CE, PRS e a FNLA votaram abstenção.

“Votamos contra, especialmente porque o Executivo rejeitou as medidas de fiscalização preventiva da execução orçamental pela Assembleia Nacional, que propusemos ao longo das discussões na especialidade. O Executivo não quer ser fiscalizado. Temos de recordar, Senhores Ministros, que todo o dinheiro que foi roubado ao país e que agora os senhores pretendem repatriar, saiu dos buracos existentes nos actos de execução orçamental das Leis aprovadas nos orçamentos anteriores. Todas as medidas de fiscalização preventiva que propusemos foram rejeitadas por Vossas Excelências. Nos discursos, disseram que estavam abertos, mas na prática rejeitaram todas”, insistiu o líder parlamentar da UNITA.

Além do mais, o Grupo Parlamentar da UNITA insurge-se contra o facto do MPLA ter rejeitado incluir na lei medidas adequadas de reforço do controlo preventivo da legitimidade da dívida pública e de outras despesas.

“Rejeitaram antes a Comissão Parlamentar de Inquérito ao BESA, a Comissão Parlamentar de Inquérito à Sonangol e a Comissão Parlamentar de Inquérito ao Fundo Soberano”, rebateu o político.

Para o líder parlamentar da UNITA, “o remanejamento de cerca de 96 mil milhões de AKZ não resolve os problemas estruturais da educação e da saúde! E Não faz sentido algum que a Casa de Segurança do Presidente da República continue e dispor de mais do dobro do orçamento direccionado para a educação no país inteiro”.

Segundo Adalberto Costa Júnior, aprovar o OGE com os mesmos mecanismos deficientes de controlo preventivo, significa aprovar o primeiro instrumento de branqueamento de capitais.

“Em nome do povo angolano, não podemos transformar o oge num instrumento de institucionalização da corrupção e de branqueamento de capitais. Pela transparência e em nome daqueles que esperam de nós a defesa dos seus interesses, o nosso voto só poderia ser contra, esperando mudanças dos paradigmas no futuro”, concluiu Adalberto Júnior.
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L.i.m.a - actividades
LIMA apela Transparência Eleitoral para Salvaguarda da Estabilidade Nacional
Sob o lema “ LIMA- Unida na Mobilização para Vitória, realizou- se em Luanda no dia 10 de Março do ano em curso, a II Reunião Ordinária do Comité Nacional da Liga da Mulher Angolana, organização feminina da UNITA.

O acto de abertura foi presidido por Isaías Samakuva, Presidente da UNITA, e teve como objectivo, avaliar o cumprimento dos programas , decisões e estratégias emanadas no seu III Congresso.

Falando para as delegadas, o Presidente do Partido começou por enaltecer o papel da LIMA, tendo a considerado como uma máquina eleitoral permanente e que tem pela frente apenas quatro meses até a realização das eleições gerais.

Reafirmou ainda o Presidente da UNITA que, “ A mulher integrada na LIMA ocupa uma posição estratégica, pelo que, deverá melhorar a organização partidária e intensificar a mobilização”.

Depois de acalorados debates, as 190 delegadas dos 251 membros que compõe o órgão feminino da UNITA, concluiram que, é preciso apelar que todas as Mulheres participem do processo eleitoral em curso no país, insta aos órgãos encarregues do processo eleitoral, a observarem as normas de transparência e ética para a salvaguarda da estabilidade nacional.

O Comité Nacional da LIMA, condena a exclusão social e intolerância política que assola o país, apoia e encoraja o Dr Samakuva Presidente da UNITA e candidato à presidência da República nas eleições de Agosto próximo.

Orientou os trabalhos a Presidente Nacional da LIMA, Helena Bonguela Abel, e o acto de encerramento coube ao Secretário Geral da UNITA, Franco Marcolino Nhany.

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Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2018