UNITA - ANGOLA
O regime angolano manifestou irritação com algumas empresas baseadas, em Benguela, por terem aceite fazer prestação de serviços para hospedagens, rente-A-Car, e montagem de material para um comício da UNITA, realizado neste final de semana, naquela localidade, em homenagem ao nascimento de Jonas Savimbi.
03/12/2021
(Reunião estatutária que precede o Congresso)
Sob a direcção do Sr. Isaías Henrique Ngola Samakuva, Presidente da UNITA, a Comissão Política, reunida em sessão ordinária, no dia 1 de Dezembro de 2021, em Luanda, aprovou as seguintes deliberações:

1- Considerar satisfatório o grau de execução das tarefas preparatórias do XIII Congresso da UNITA. Com efeito, o relatório recebido da Comissão Organizadora do Congresso concluiu que estavam reunidas todas as condições para que o XIII Congresso tenha lugar nos dias 2, 3 e 4 de Dezembro de 2021, tal como foi previsto na I Reunião Extraordinária da Comissão Politica, de 20 de Outubro passado e reafirmado, por voto secreto, na II Reunião Extraordinária do dia 28 a 29 de Novembro passado.

2- Aprovar as grandes linhas do relatório da Comissão Politica que, nos termos dos Estatutos, terá de ser apresentado no XIII Congresso Ordinário.

3- Depois de analisar e discutir várias informações apresentadas sobre a actuação de alguns membros da Comissão Política fora dos trâmites disciplinares do Partido, a Comissão Política decidiu, por votação secreta, com 150 votos A FAVOR (85%), 20 votos CONTRA (11%) e 6 ABSTENÇÕES (4%), suspender preventivamente, nos termos do número 1 do artigo 21º. Dos Estatutos do Partido, os membros Estêvão José Pedro Katchiungo, José Eduardo e Altino Kapango.

Esgotada a agenda de trabalho, Sua Excelência o Presidente da UNITA, Sr. Isaías Henrique Ngola Samakuva, deu por terminada a reunião.

Luanda, 1 de Dezembro de 2021

A Comissão Política
Em destaque
30/11/2021
23/11/2021
Sob a presidência do Senhor Isaías Henrique Ngola Samakuva, Presidente da UNITA, no dia 28 de Novembro de 2021, nas instalações da UNITA, no Sovsmo, em Viana, reuniu-se a Comissão Política na sua II Sessão Extraordinária, após a publicação do Acórdão 700/2021 do Tribunal Constitucional, tendo tomado as seguintes deliberações:
Face às declarações do Sr. Rui Manuel Galhardo Silva durante a abordagem feita há 3 dias junto da Procuradoria-Geral da República, o Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA apresenta as seguintes considerações:
Um grupo de sete elementos da comissão política da UNITA suspenso a margem da reunião do dia 28 de Novembro, deu entrada nesta quinta-feira (2), junto do Tribunal Constitucional de uma providencia cautelar contestando a deliberação que os suspende “pelo exercício de direitos fundamentais”.
Depois de ter visto inviabilizada a pretensão de se candidatar à liderança do Movimento de Libertação Popular de Angola (MPLA), António Venâncio não desarma, vai à luta e – à pala dos seus Direitos – mostra, com palavras, actos e omissões, que é um cidadão informado, um militante esclarecido e intelectual não desmedrado que conhece de “cor e salteado” os estatutos do partido em que milita há mais de 40 anos, a Constituição, bem como as demais leis ordinárias vigentes no País.
O presidente dos EUA, Joe Biden, convidou 110 países, incluindo Angola, para participar numa cimeira virtual sobre democracia que acontece entre o dia 9 e 10 de dezembro. A mesma coincide com as datas em que João Manuel Gonçalves Lourenço estará a conduzir o congresso ordinário do MPLA, pelo que fica por se apurar se o estadista angolano ficará neste dia no gabinete “conectado” ao computador para a cimeira on-line ou se delegará poderes ao seu “vice”, Bornito de Sousa.
Angola assinalou esta segunda-feira, 22 de Novembro de 2021, o Dia do Educador, numa altura que os educadores e especialistas na área apontam serias dificuldades enfrentadas pelos educadores que vão desde a falta de atenção, desvalorização dos professores e dos sectores à fraca remuneração por parte do governo, tal como confirmou à Comunicação Social, a professora do ensino primário há mais de 15 anos, Conceição Katoquesa, que espera uma profunda reflexão sobre a dada.
A declaração é do Presidente da Federação Nacional do Sindicato da Educação Adriano dos Santos, que falava em Conferência de Imprensa na província do Huambo, na passada quinta-feira, 4 de Novembro de 2021, sobre o número de vagas disponíveis para o concurso público da educação anunciado recentemente pelo ministério da Educação.
A direcção da UNITA confirmou ter recebido uma carta assinada por membros do partido ameaçando impugnar a reunião da Comissão Política do partido que agendou para Dezembro um congresso para eleger um presidente.
Eco do Partido
Campo do militante
Segundo o Club-k na sua edição desta terça-feira, 03 de Agosto de 2021, se fosse vivo, Jonas Savimbi faria hoje 87 anos. A falta de água potável, de estradas e de saneamento básico sempre foi atribuída ao fundador da UNITA. Houve alguma mudança em Angola desde que o líder da oposição morreu?
“A Importância ou não da cerca sanitária em Luanda” foi o tema do Debate da manhã deste sábado, 22 de Agosto de 2020, na Rádio Despertar, em que os convidados consideraram não continuarem válidas as razões que estiveram na base da criação da cerca sanitária à Província de Luanda.
Intolerância
Palavra do Presidente
DISCURSO DE VICTORIA - ADALBERTO COSTA JÚNIOR

Angolanas e angolanos,
Caros Delegados, ao XIII Congresso Ordinário da UNITA; Membros, amigos e simpatizantes da UNITA;
Distintos convidados, caros jornalistas,

Este é um dia para todos nós festejarmos. Terminamos hoje um Congresso, seguido dentro e fora de Angola, com muita ansiedade e também muita expectativa. O Congresso correu bem.

O dia de hoje encerra um capítulo que certamente ficará registado na história política do nosso país. Uma história que tocou praticamente todos os angolanos que reagiram negativamente ao Acórdão 700/2021.

A UNITA acaba de deixar uma singela e eficaz demonstração da sua capacidade de realizar um Congresso que respeitou todas as exigências estatutárias, numa exemplar mobilização de todas as suas estruturas, com conferências comunais, com conferências municipais e com conferências provinciais, que debateram as teses e que elegeram delegados ao congresso e candidatos à comissão Política do Partido. Estão aqui presentes delegados em representação de todo o país, das estruturas nacionais e também os representantes das comunidades de membros da UNITA, no exterior de Angola.

Está a Comissão Organizadora do Congresso de Parabéns e todos nós temos razões para nos sentirmos orgulhosos pela maturidade e organização demonstradas pela UNITA.

Uma palavra de apreço ao MV Isaías Samakuva que herdou uma ingrata missão e soube trazer-nos até aqui.

Esta etapa mostrou a capacidade das nossas estruturas partidárias de ser organizarem, de resolverem os problemas que aparecem, de se superarem.

Mostrou também através de milhares de mensagens, o apoio dos angolanos de todos os quadrantes ao Partido. Em manifestações, nas ruas, no dia a dia, os angolanos mostraram o seu desagrado pelo Acordão 700 do Tribunal Constitucional.

Mas este segundo XIII Congresso Ordinário mostrou também que o Partido pertence aos seus militantes. São os militantes que decidem democraticamente o que o Partido é, o que o Partido quer, o que o Partido fará. Não será o partido do governo ou qualquer pequeno grupo minoritário que poderá impor as suas decisões ao nosso Partido.

Esta vitória, esta segunda vitória no segundo XIII Congresso Ordinário do Partido, não me pertence, pertence-vos Senhoras e Senhores Delegados, pertence aos militantes da UNITA, pertence ao povo angolano que anseia pela mudança, que anseia pela alternância democrática, que anseia pela verdadeira democracia.

É a vitória de um projeto democrático, nascido e assumido pela maioria dos militantes do Partido.

É a vitória de um projeto unificador, que não distinguindo os Angolanos nem pela família, nem pela etnia, nem pela religião, nem pela classe sócio-económica, conta com todos para a construção de uma nova Angola. Uma Angola em que a dignidade, a liberdade e o bem-estar sejam de novo os valores que norteiam a nossa ação.

É uma vitória cujo peso nos traz também responsabilidades. Responsabilidades que aqui assumimos. A responsabilidade de conduzirmos o Partido à vitória em 2022.

Conheço profundamente os desejos dos militantes da UNITA, os desejos do Povo Angolano, os seus problemas, as suas carências, os seus sonhos.

Conheço na UNITA, as suas bases e as suas estruturas. Conheço a História do Partido, porque ma ensinaram, porque a vivi, porque a ouvi dos nossos Mais Velhos com quem trabalhei e trabalho e a quem escuto.

E conheço a nossa juventude. Sei dos seus sonhos e do seu sofrimento. Sei que futuro desejam. Angola é um País jovem, com a maioria da população jovem. E a UNITA é um Partido de jovens. É o Partido dos jovens. É o Partido do futuro.

Esta maioria absoluta que aqui toma forma com esta eleição, repetindo o primeiro XIII Congresso de 2019, assume o projeto para todos os Angolanos, dentro e fora do Partido. Recebe com agrado todos, mesmo aqueles que pensam diferente, desde que aceitem as diretivas democráticas do Partido e lutem pelos objetivos fixados.

Permitam-me agora Senhoras e Senhores Delegados que me dirija ao Povo Angolano.

Angolanas e Angolanos chegou a hora da Esperança. Esperança numa Angola verdadeiramente democrática e independente. Chegou a hora de abraçarem o desejo de uma vida diferente, melhor, mais digna, mais solidária. Chegou a hora de construirmos uma Angola nova e melhor, sem fome, com escolas, com hospitais e com dignidade para todos os Angolanos.

Este não é um projeto só para os militantes da UNITA, mas para todos os Angolanos. Venham connosco. Chegou a hora de construirmos uma Angola nova e melhor, sem promessas irrealistas e sem projetos megalómanos. Uma Angola de trabalho, em que todos tenham o seu lugar, todos possam contribuir. Chegou a hora de uma Angola sem corrupção e sem roubos. Chegou a hora da alternância democrática.

Quis o destino que este Congresso terminasse numa data histórica para a UNITA: no dia 04 de Dezembro de 1966, portanto há 55 anos , em Cassamba, Província do Moxico, o Presidente Fundador da UNITA, Dr. Jonas Malheiro Savimbi, protagonizava o seu baptismo de fogo. Era a assumpção voluntária, corajosa e patriótica de uma liderança pelo exemplo, uma liderança que uniu energias, vontades, povos e nações do rico mosaico cultural de Angola; sobretudo, uma liderança que se sacrificou e renunciou a privilégios e a benesses em nome da Causa dos menos equipados e da dignidade de todos os angolanos.

Muitos dos precursores desta epopeia gloriosa estão nesta sala, de que cito o Gen Chiwale, as mamãs Isalina Kawina e Salomé Chinhama, os Generais Vituzi, Antonino e Vicente Vihemba.

Agradeço que se ponham em pé.

(Eis as testemunhas da história!)

A luta pela realização dos angolanos é permanente. Só os desafios vão mudando, sendo em 2021: a necessidade de implementação da democracia plena; a passagem da gestão do país a cidadãos comprometidos com a transparência e a boa governação.

Hoje, com a mesma determinação de 1966, com a coragem de Kazombuela, a confiança de Gaio Kakoma e a visão estratégica do Dr. Savimbi renovamos o nosso compromisso de servir Angola e os angolanos em primeiro lugar!

Caros Delegados,

Agradeço a confiança que me foi depositada. Agradeço o carinho e o permanente apoio que me demonstraram.


Recandidatei-me à Presidência da UNITA com o propósito de liderar a UNITA à governação do país e ao resgate da liberdade, da dignidade, da justiça e inclusão social, da unidade nacional, comprometidos com a construção de um verdadeiro Estado de Direito Democrático.
Recandidatei-me para o resgate da soberania da UNITA e da autonomia dos membros decidirem sobre sua a liderança.


Para nós este é um novo recomeço, 2 anos depois de termos vencido um congresso plural e totalmente democrático. Fiz desta vez uma experiência diferente, com uma candidatura única, não comum na UNITA, quiçá porque este foi um congresso de Resgate da soberania do nosso Partido!


Dois anos depois, os desafios do país apresentam-se bem mais difíceis: há uma clara degradação do tecido económico, social e político-institucional do nosso país. Assistimos todos os dias ao derrube dos pilares de um Estado de Direito Democrático. Abateram-se sobre nós os actos da intolerância, da falta de justiça e da agressão ao direito. Mas nós permanecemos calmos e focados na missão de servir o Partido e através deste, Angola e os Angolanos.


O presente indica-nos que precisamos de ser bem mais criativos para restaurar o diálogo institucional. Nós vamos limpar o passado negativo, de falta de diálogo e tudo faremos para no melhor da nossa tradição africana, nos sentarmos num Ondjango com o Sr. Presidente da República e falarmos com maturidade dos nossos desafios e passarmos ao país uma mensagem positiva e de incentivo à sã convivência, na diferença.


Nós aqui não repetimos apenas um Congresso. Não aprovamos apenas documentos reitores do Partido. Não ocorreu apenas a eleição do Presidente da UNITA. Retemperamos as nossas energias e amanhã retomaremos com todo o vapor os desafios de contribuir para o registo de todos os cidadãos com idade eleitoral e trabalharmos para a segurança do voto! Todos arregaçarmos as mangas e trabalharmos junto das comunidades, junto do cidadão, com passos seguros rumo à alternância.


O nosso futuro começa em Agosto de 2022, mas tem de ser conquistado todos os dias, com o concurso de todos os patriotas e democratas angolanos de todas as matizes políticas, filosóficas, culturais e religiosas, por isso, renovamos o nosso compromisso de liderarmos uma ampla frente patriótica para a alternância. O nosso propósito é governar com todos os angolanos, governar para todos os angolanos. Os principais vectores da nossa acção serão a democracia e a boa governação. Angola tem que erradicar a pobreza. Angola tem que erradicar as desigualdades sociais e as assimetrias regionais.


O meu agradecimento a todos os angolanos que se solidarizaram com a UNITA e contribuíram para que este Congresso fosse uma realidade. Um gesto que muito nos sensibilizou.


O nosso país tem assistido a um movimento de cidadania sem precedentes, a voz de um povo oprimido e explorado, a voz de mulheres angolanas que nunca se resignaram, a voz uma juventude heroica e corajosa, que tanto assuntam quem governa.


A nossa luta é comum e juntos vamos realizar a Angola dos nossos sonhos. O meu obrigado à minha equipa da campanha. Agradeço à minha esposa pelo apoio de todos os momentos.
É um chamamento da Pátria e respondemos PRONTO!


O governo inclusivo e participativo que vamos constituir assume o desenvolvimento sustentável de Angola como a meta estratégica da acção governativa. Angola merece ser próspera e digna.


Que os nossos heróis e mártires nos inspirem maior devoção à causa pela qual partiram! Que Deus abençoe Angola!

Viva Angola
Viva a UNITA

Muito obrigado a todos.
Declaro encerrado o XIII Congresso Ordinário
grupo parlamentar 
O Grupo Parlamentar da UNITA considerou esta terça-feira, 09 de Novembro de 2021, na sua declaração sobre o OGE 2022, na Assembleia Nacional, que culpar a Covid-19 e o petróleo é persistir no erro de sempre.

A posição foi transmitida pelo Deputado do Grupo Parlamentar, Adalberto Costa Júnior, sobre o Orçamento do último ano de mandato de governação do Presidente da República, João Lourenço, numa mensagem em que o GP-UNITA exigiu igualmente do governo esclarecimentos sobre a queda da dívida de 2020 para 2021 a uma percentagem do 40%, classificando-a não corresponder a verdade.

“O governo precisa esclarecer o gráfico da página 25 do Relatório de Fundamentação. Como é possível, de acordo com dados do referido gráfico, o stock da dívida pública ser de 129% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 e em 2021 o mesmo cair para 85% do PIB? Estamos a falar duma redução de 44 pontos percentuais!!! Um milagre!!! Seria óptimo para o País se fosse verdade. O único problema é que isto é impossível pelo actual quadro das Finanças Públicas em Angola!”.

“É que isto seria o mesmo que o governo afirmar que em 2020 terá havido, em Angola, um excedente Orçamental único na história económica universal, um excedente orçamental equivalente a 44% do PIB!!! Infelizmente, em 2020 não houve nenhum excedente orçamental, pelo contrário, houve um défice orçamental na ordem de 2% do PIB”, realça a declaração.

De acordo com Adalberto Costa Júnior, “Impõe-se um esclarecimento imediato do erro que o governo terá cometido em relação à uma variável tão fundamental como é a dívida pública”, tendo na oportunidade considerado negativo as taxas do PIB registados aos longo dos últimos 4 anos.

“O PIB é uma variável representativa da geração de riqueza, e o facto de ela ter assumido taxas negativas ao longo destes 4 anos diz-nos que estamos num processo sistemático de destruição de riqueza, geração de desemprego e aceleração da pobreza extrema. Isso explica muito bem a grande crise social que reina actualmente em Angola”.

“Durante o exercício do PND 2013-2017 não houve Covid-19, mas ainda assim, o desvio entre o programa económico do Partido do Governo e a execução verificada foi monumental. Naquela altura, como é prática recorrente, o governo culpou o petróleo, mas apropria-se do efeito estabilizador que o petróleo causa na economia quando o preço dispara. Ainda naquele mesmo período, a média anual de desvio em termos de previsão de crescimento económico foi de 6,5 pontos percentuais”, sublinha a declaração do GP-UNITA.

“Culpar a Covid-19 e o petróleo é persistir no erro de sempre: não discutir as causas reais da crise económica e social em Angola! Enquanto isso, este paciente chamado Angola, vai se agravando porque tem recebido tratamento na base de um diagnóstico errado”, acrescenta o documento.

Na mensagem, Adalberto Costa Júnior realçou que, “um país cujo PIB ou riqueza cresce à um ritmo não superior ao ritmo de crescimento populacional não tem como atingir o principal objectivo da política económica: gerar riqueza através de um crescimento económico acelerado de longo prazo, impulsionador do emprego e capaz de retirar as famílias da pobreza. Sucede que ao longo do mandato actual, a população registou uma média de crescimento anual de 3,2% e o PIB situou-se abaixo do zero (taxa média negativa de 1,1% ao ano)”.

“Ao actual ritmo de crescimento populacional, de 3,2% ao ano, a única forma de reverter esta situação é a economia gerar taxas de crescimento económico significativamente acima de 3,2% e por variadíssimos anos ininterruptos. Para tal, precisa-se, antes de mais, promover reformas políticas e económicas que propiciem ao país um marco elevado e que, por sua vez, determine a capacidade da economia gerar poupança doméstica e externa, acumular capital nacional e estrangeiro, acumular tecnologia de produção, incrementar os seus níveis de produtividade e ocorrer uma valorização natural dos salários como consequência”, disse Adalberto Costa Júnior, para quem, “infelizmente, está mais do que demonstrado que o Partido no poder não é capaz de implementar tais reformas pelo facto das mesmas conflictuarem com o seu espírito hegemónico do poder”.
L.i.m.a - actividades
O maior partido da oposição (UNITA) realiza, nesta quarta-feira, 20 de Outubro de 2021, em Luanda, a sua primeira reunião extraordinária do Conselho Político, convocado pelo seu presidente Isaías Samakuva, com objectivo de analisar a situação deste partido, após o acórdão 700/2021, que anulou XIII Congresso, que elegeu Adalberto Costa Júnior como presidente.

Faltando um dia para realização deste evento, vários membros deste órgão das demais províncias já começaram a chegar a partir desta segunda-feira, 18, para participarem do conclave.

Dada a importância do acto e um clima de tensão interna, a presidente da Liga das Mulheres Angolanas (LIMA), braço feminino do partido UNITA, Helena Bonguela Abel, apelou, nesta segunda-feira, 18, aos membros do Conselho Político, através de uma publicação feita nas suas redes sócias, dizendo que a UNITA é “um instrumento de luta para dignificar os angolanos e as angolanas patriotas”, sublinhando que “vamos à reunião da Conselho Político com espírito de Unidade e Coesão”.

A também deputada referiu que a UNITA, tal como a sigla diz, é a “União Nacional para Independência Total de Angola, claro como a água”.

Helena Bonguela destacou o perigo da organização, caso não se ponham fim ao conflito que divide a UNITA em duas alas.


“Membros da Comissão Política, é a UNITA em causa e só unidos que somos mais fortes e unidos venceremos”, finalizou a dirigente partidária.
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Terça-feira, 07 de Dezembro de 2021