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Restos mortais do Dr Jonas Savimbi já repousam na Lopitanga
Milhares de pessoas acorreram à aldeia de Lopitanga, para presenciar a inumação dos restos mortais do Dr. Jonas Malheiro Savimbi, ocorrida este sábado, 01 de Junho de 2019, tal como programara a direcção da UNITA.
13/06/2019
Seca prolongada retira alunos das Escolas no Namibe
Na província do Namibe alunos nas localidades afectadas pela seca deixam escolas e juntos com familiares, e gados percorrem mais 300 quilómetros à procura de água e pastos para sobreviver.

No Município do Virei, comuna do Kainde muitas crianças abandonaram as aulas em consequência da seca prolongada, tal como esclareceu a VOA o administrador comunal Daniel Tchiambo.

“Temos um grande número de crianças, e deslocaram com os seus encarregados, outros levaram o seu gado, outros foram a procura de melhores condições; foram procurar trabalhos em outras localidades.

No município da Bibala muitas dessas crianças com idade compreendida entre 8 a 15 anos estão a percorrer aproximadamente 200 a 300 quilómetros a pé com os seus progenitores a procura de melhores condições para o pasto, e água para o gado.

Nas localidades de São Nicolau e Benitaba, município do Namibe os habitantes queixam-se de estarem invadidas pelos criadores de gado que vêm de outras localidades a procura de água e pastos para os seus animais, diz o administrador comunal adjunto Tchova Joaquim.

“Há muita procura de água, quase que fomos invadidos pelos muitos criadores vindos do Município do Virei, e dos outros lados, quase uns vêm da Huíla, nessa parte do Sul do município da Chibia”.

No município do Tômbua as autoridades dizem estar engajadas na abertura de mais fóruns de água para o abeberamento do gado, segundo explicou o administrador municipal Alexandre Nyuka.

“Para que possamos minimizar os efeitos da seca nas localidades mais afectadas que, no caso há o Yona onde populações das zonas do Otchisengo, da Herora, do Monte Negro, do Tchipatukilo, do Lutuima, e um bocado mais, quase a margem do rio Cunene foram feitos alguns furos. Por exemplo, temos alguns furos feitos da zona do Mbuo até ao Pediva, há outros que vão sendo feitos na Zona do Marimbe, no Yona. Há as empresas que ganharam os concursos a trabalhar nisso. Estamos a procurar pôr furos e sistemas de água ali onde podemos encontrar algum pastos”.
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Em destaque
ONG “friends of Angola” exorta Banco Mundial (BM) Oficiais dos Serviços Militares de Investigação Criminal (CIMC) Detidos
12/06/2019
28/05/2019
A Organização Não Governamental, “Friends Of Angola (FOA)”, exortou esta segunda-feira, 10 de Junho de 2019 ao Banco Mundial uma maior transparência sobre os financiamento que tem disponibilizado ao governo angolano para projectos de segurança social e água, informou a VOA no seu espaço de notícias “Fora d’horas” desta segunda-feira. Na Província da Huíla, em Lubango, dois oficiais dos Serviços Militares de Investigação Criminal foram detidos na quinta-feira, 23 de Maio de 2019, por alegado envolvimento no desvio de cerca de 20 viaturas, noticiou a Voz da América no seu espaço de informação “Fora d’ hora”.
No Uíge 16 mortos por HIV/Sida CFL retoma serviços Mínimos
 Dezasseis pessoas morreram vítimas de HIV/Sida no período de Janeiro a Abril do ano em curso, na província do Uíge, dos 371 novos casos da doença registados. O Caminho-de-Ferro de Luanda (CFL) anuncia, em comunicado, que a partir da próxima segunda-feira serão retomados os serviços mínimos diários entre as 06:00 e as 18:13, com seis comboios de passageiros suburbanos.
Encerramento de mesquitas leva Muçulmanos Angolanos a realizar Ramadão na RDC
Economista Alves da Rocha critica Acordo entre Angola e o FMI
Mais de dez mil muçulmanos angolanos da Lunda Norte anunciaram domingo a realização do Ramadão, mês sagrado do Islão, na RD Congo, devido à “insensibilidade das autoridades locais” que encerraram, até Fevereiro, as 39 mesquitas da província. Ao ministrar uma aula magna sobre “Desafios da sustentabilidade financeira do Estado e das autarquias”, na Faculdade de Economia do Huambo (região centro de Angola), justificou que os benefícios resultantes de tal acordo, na ordem dos 2, 7 mil milhões de dólares, são bastantes insuficientes para cobrir as necessidades de financiamento para a economia do país.
Sociedade Angolana está desestruturada, diz Escritor e Psicólogo Ex-Presidente de Angola declina atenção Protocolar
A morte prematura de Juliana Kafrique, Zungueira de 28 anos de idade, assassinada por um agente da ordem pública em Luanda, no Bairro Rocha Pinto, em Março último, levantou no seio da sociedade civil várias inquietações, entre as quais, a ausência de uma política de protecção social das mulheres. O Presidente angolano tentou segunda-feira demover o ex-chefe de Estado de Angola José Eduardo dos Santos de viajar, terça-feira, para Espanha, via Lisboa, num voo da transportadora aérea portuguesa TAP, “contrariando diligências protocolares e logísticas”.
Eco do Partido Campo do militante
Líder da UNITA garante fim da discriminação no GIP Jonas Savimbi “foi um Líder profundamente Capacitado”
O Presidente da UNITA, Isaías Samakuva, trabalhou esta quarta-feira 26 de Julho de 2017, na capital do Bengo, Caxito, tendo discursado para as populações locais. A posição é do Veterano da Pátria e General na Reforma, Vicente Viemba, que falava nesta sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2019, no Espaço “A Hora das Perguntas”, da Rádio Despertar, onde falou de Jonas Malheiro Savimbi como político, militar e diplomata, tendo-o considerado como sendo um líder profundamente capacitado.
Intolerância
Palavra do Presidente
Sede da fundação Jonas Malheiro Savimbi
A aldeia de Lopitanga, onde jazem os restos mortais do líder fundador da UNITA, situada próximo da Missão Evangélica de Chilesso, poderá tornar-se sede da Fundação Jonas Malheiro Savimbi, criada em 2003, pela direcção da UNITA.

A ideia, segundo avançou o Presidente do Partido, Isaías Samakuva, na última conferência de imprensa, está em debate no seio da direcção do Partido e resulta da necessidade de se homenagear “o ilustre filho de Angola” e da convicção de que “o nome do Dr Jonas Malheiro Savimbi atrai a atenção do mundo para lá onde ele estiver”.

O líder da UNITA citou, como exemplo do que afirmava, a Jamba, Bailundo e a Andulo, onde Jonas Savimbi esteve e recebeu visitas de importantes dignitários da política e diplomacia mundiais.

“A Jamba era uma mata cheia de elefantes, desde o dia em que o Dr Jonas Malheiro Savimbi se instalou na Jamba e fez da Jamba a capital da Resistência, dignitários importantes (Presidentes de Repúblicas, Primeiros-ministros, secretários de estado americanos, passaram pela Jamba”, explicou Isaías Samakuva.

Quando o Dr Jonas Malheiro Savimbi fixou-se no Bailundo, em 1994, a localidade que já era bastante conhecida pela sua história, passou a receber importantes individualidades do mundo, tais como os Secretários-gerais da ONU, [Boutros Boutros Ghali e Koffi Anan], a secretária de Estado americana Madeleine Albright.

“Eu, não me admirarei se Lopitanga, a partir de agora que o Dr Jonas Malheiro Savimbi aí jaz, venha a ser um ponto de peregrinação de personalidades importantes no mundo”, afirmou Isaías Samakuva, assegurando que o seu Partido vai trabalhar no sentido de que Lopitanga continue a ser falada e seja honrado o nome do Dr Jonas Malheiro Savimbi.
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grupo parlamentar - actividade
MPLA aprova OGE 2019 revisto, Oposição reprova Documento
O Orçamento Geral do Estado de 2019 Revisto, foi aprovado esta quinta-feira, 06, de Junho do corrente ano, na Assembleia Nacional, com 126 votos do MPLA, 60 contra da UNITA e CASA-CE e 3 abstenções do PRS e FNLA.

A Oposição parlamentar justificou a sua posição.

O Deputado e Presidente em exercício da FNLA, Lucas Ngonda disse.

“Nós esperávamos que, as rubricas sobre a diversificação da economia merecesse uma atenção especial. Rubricas tais como o melhoramento das vidas das populações, que nos últimos tempos enfrenta problemas de seca, problemas de fome, morte do gado. Mas, nós constatamos aqui, que relativamente a estas questões ligadas a agricultura a lógica continua a ser sempre a mesma, quer dizer que, nada aumentou substancialmente que possa de facto favorecer o desenvolvimento harmonioso nesse orçamento, portanto revisto”.

O PRS, que tal como a FNLA também absteve-se, justificou a sua posição na voz do seu Presidente e líder do seu Grupo Parlamentar, Benedito Daniel.

“O Partido da Renovação Social (PRS) votou a abstenção, por considerar que a proposta de lei que aprova o Orçamento Geral do Estado revisto, para o exercício económico 2019, na sua essência não apresentou novas ou outras prioridades. As províncias com menos orçamento continuam, os órgãos com menos dotação também continuam”.

Manuel Fernandes da CASA-CE explica que, “O Grupo Parlamentar da CASA-CE votou contra o OGE 2019 Revisto, pelas seguintes razões: Com este OGE de hostilidade os angolanos ficarão mais endividados e mais pobres. A teoria “Bem-estar social para os angolanos”, apregoado pelo titular do poder executivo até aqui não se ajusta a realidade dos factos na vida socioeconómico da população”.

O Grupo Parlamentar da UNITA que espelha uma lista de razões que justificam o seu voto contra expostas na declaração feita pelo seu responsável parlamentar Adalberto Costa Júnior, esclareceu.

“Nós queremos partilhar com os angolanos em geral e com vossas excelências aqui presentes, que tem havido uma tendência de desvios exacerbado entre os orçamentos aqui debatidos e aprovados e os orçamentos implementados na realidade nas unidades orçamentais. Nós temos andando pelo país real e sem excessão em todos os sectores lamentam as baixas taxas de execução orçamentais”.

O Grupo Parlamentar do MPLA, na voz do deputado Manuel Cruz Neto, afirmou.

Pode parecer como se pretendem insinuar, que pelo facto de termos votado favoravelmente, os deputados do MPLA e o executivo estão satisfeitos com o orçamento revisto que acabamos de aprovar: nada mais falso. Nós não somos masoquistas, nem sentimos prazer ou somos insensíveis a dor e ao sofrimento do nosso povo que aqui defendemos.

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L.i.m.a - actividades
Responsável deplora más condições de vida das Populações de Nambuangongo
Helena Bonguela trabalhou nos dias 20 e 21 de Outubro de 2018, nas aldeias de Kibunda e Cacuaco, na comuna do Zala, Município do Nambuangongo, província do Bengo, tendo no final manifestado a sua insatisfação pela falta de condições em que as populações daquelas comunidades estão votadas.

A presidente da LIMA, braço feminino da UNITA, que revelou a situação à comunicação social, reprovou também a insensibilidade das autoridades locais que terão retirado o material que tinha sido colocado num local para a construção de uma escola, por alegadamente maior parte de a população local ter depositado o seu voto ao Galo Negro, nas eleições de 2017.

“Contaram-me de que o governo, na véspera das eleições, colocou material, mas depois veio também retirar. Foi preciso reagir para que aquela escola se construa. É exactamente mais uma vez o esforço da população. Não tem hospitais na comunidade, não tem escolas na comunidade. As estradas são péssimas, as nossas casas são essas: umas meio-caídas em que não há condições de vida”, recordou a dirigente.

A responsável deplorou a falta de energia, água e de medicamento nos hospitais.

“Não temos luz eléctrica, nós tiramos água do rio, directamente para o nosso consumo. Esta água não é tratada, não é potável. Como é que podemos ter saúde, se depois adoecemos e não temos hospital com medicamento, o que é que este governo quer para este povo?”

Segundo a dirigente da Liga da Mulher Angolana, “Angola ainda não viveu mudança absolutamente nenhuma. Angola precisa de um novo rumo, precisa de uma nova vida. E, só é possível esse novo rumo, essa nova vida, com a UNITA no poder”.

Helena Bonguela criticou, igualmente o facto de a maioria dos antigos combatentes, viúvas e órfãos não usufruírem das pensões a que têm direito, por força da sua participação na luta de libertação nacional.

“A história nos diz que estas são áreas que, na era colonial lutaram contra o colono português. Os nossos avós, os nossos pais, aqui pegaram em armas para correr o colono, porque queríamos que Angola fosse governada por verdadeiros angolanos. Mas é essa parcela do país que está abandonada simplesmente”.

“Não há para o antigo combatente; uma pensão condigna. Não há pensões, os papás estão aqui, as mamãs mais velhas estão aqui. Não pensões daqueles que libertaram a pátria. Não há pensões. Acredito, temos aqui um número elevado de viúvas e órfãos de guerra: Não têm pensões de sobrevivência”.
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Terça-feira, 18 de Junho de 2019