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UNITA insiste na criação da CPI sobre dívida Pública
O Presidente do Grupo Parlamentar da UNITA que falava esta segunda-feira, 16 de Abril de 2018, no Complexo Sovsmo em Viana, insistiu sobre a necessidade da criação da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a Dívida Pública.

“Nós tínhamos metido a primeira solicitação, dia 3 de Março, de uma CPI a dívida pública, muito rapidamente e para a nossa surpresa, já tínhamos CPIs, anteriormente remetidas, não tinham sido respondidas, até hoje não foram respondidas, mas houve uma precipitação, na nossa leitura, em indeferir a CPI à dívida pública”, sustenta o líder parlamentar da UNITA.
Segundo Adalberto Costa Júnior a CPI é um dos maiores desafios que pode existire a sua rejeição pelo Partido no poder visa afastar as possibilidades de transparência.
“Nós contestamos o indeferimento. A verdade é que o Presidente da Assembleia remeteu-nos uma carta, onde apesar de no início argumentar sobre o direito de poder ter feito aquele anterior indeferimento, acabou por dar indicação de que se devia, então poder remeter de novo o pedido da CPI, e foi o que nós fizemos, fizemo-lo a cerca de uma semana e meia, entrou formalmente, seguramente actualizado, porque de 3 de Março para a data de entrada muita coisa aconteceu, e alguma das questões que aconteceram até irão dar razão, ao pedido da CPI e a dívida pública, onde o próprio membro do executivo vem a público dizer que, a dívida pública uma boa parte é falsa”, afirmou Adalberto Costa Júnior.
De acordo com o responsável do Grupo Parlamentar do segundo partido mais representado no Parlamento angolano, “quando o executivo vem confirmar aquilo que nós já vínhamos dizendo há bastante tempo, e quando o executivo fala de 25 por cento é porque o buraco é muito maior”.
“Portanto, o nosso interesse mais uma vez é transferir as verbas para o sector produtivo, é transferir as verbas que estão a ser utilizadas hoje no pagamento de uma dívida falsa; para investimento no capital humano, na saúde, na educação, na reconstrução do país, é efectivamente irmos de encontro o interesse do cidadão”.
“Mas o executivo, e a base parlamentar que sustenta, não deve continuar a retardar a boa governação e as expectativas que as populações têm, de que esta transição possa corresponder efectivamente a uma mudança de paradigma; mudanças dos comportamentos”.
Adalberto Costa Júnior Apelou a implementação prática dos bons discursos, e alinhando as actuais exigências do país.
“Porque, de facto, nós vamos observando a muitos discursos, mas a prática ainda está arraigada aos maus hábitos e aos hábitos negativos do passado. Então, é mesmo isto, esta também é uma via de apelo, é uma via de sensibilidade que nós lançamos. Lançamos para quem nos acompanha; seja o cidadão seja o próprio governante, e possamos todos alinhar, todos mesmo definitivamente num país que tem problemas sérios e que não pode perder tanto tempo nem pode continuar a desperdiçar energias”.

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Quinta-feira, 19 de Abril de 2018